ICIEG condenou o alegado homicídio, sublinhando que o caso interrompe um período de cinco anos sem registo de homicídios relacionados com VBG na cidade da Praia
Uma mulher de 64 anos, identificada como Celeste Cunha, foi alegadamente morta pelo marido, de 68 anos, na zona de Castelão, na cidade da Praia, num caso de violência doméstica que terá ocorrido na presença de familiares, incluindo crianças.
O suspeito encontra-se detido e deverá ser apresentado às autoridades judiciais para os procedimentos legais. Segundo as informações divulgadas, o crime terá sido cometido com recurso a uma arma branca, identificada como um machadinho.
Em comunicado, o Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG) condenou o alegado homicídio, sublinhando que o caso interrompe um período de cinco anos sem registo de homicídios relacionados com violência baseada no género (VBG) na cidade da Praia.
A instituição informou que está a acompanhar o caso em articulação com as entidades competentes e, juntamente com o Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), a prestar assistência psicológica às vítimas secundárias.
Também a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG) repudiou o crime e exigiu uma investigação célere e rigorosa, bem como a responsabilização do alegado agressor.
ICIEG condenou o alegado homicídio, sublinhando que o caso interrompe um período de cinco anos sem registo de homicídios relacionados com VBG na cidade da Praia
Uma mulher de 64 anos, identificada como Celeste Cunha, foi alegadamente morta pelo marido, de 68 anos, na zona de Castelão, na cidade da Praia, num caso de violência doméstica que terá ocorrido na presença de familiares, incluindo crianças.
O suspeito encontra-se detido e deverá ser apresentado às autoridades judiciais para os procedimentos legais. Segundo as informações divulgadas, o crime terá sido cometido com recurso a uma arma branca, identificada como um machadinho.
Em comunicado, o Instituto Cabo-verdiano para a Igualdade e Equidade de Género (ICIEG) condenou o alegado homicídio, sublinhando que o caso interrompe um período de cinco anos sem registo de homicídios relacionados com violência baseada no género (VBG) na cidade da Praia.
A instituição informou que está a acompanhar o caso em articulação com as entidades competentes e, juntamente com o Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), a prestar assistência psicológica às vítimas secundárias.
Também a Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG) repudiou o crime e exigiu uma investigação célere e rigorosa, bem como a responsabilização do alegado agressor.





