Taxa de positividade está abaixo dos 4% em Cabo Verde

Nos últimos 14 dias houve uma queda de 2% na taxa de positividade, que agora é de 3,7%, “que é o desejável”. Taxa de incidência situa-se nos 100 casos por cada 100 mil habitantes

Cabo Verde continua a fazer um bom combate à Covid-19. Na conferência de Imprensa habitual, o Diretor Nacional de Saúde informou que a taxa de positividade atualmente está abaixo dos 4%, “o que é desejável”.

De acordo com Jorge Noel Barreto, a taxa diminuiu, nos últimos 14 dias de 5,7% para 3,7%. É que no período de 21 de junho a 4 de julho, foram analisadas 12.791 amostras de Covid-19 (914/dia) das quais resultaram em 732 casos novos (52/dia), nesse período a taxa era de 5,7%.

Já no período de 5 a 18 de julho analisou-se 15.283 amostras, (1.092 positivos por dia) das quais resultaram em 562 casos positivos, equivalente a 40 infeções por dia.

A taxa de incidência também continua diminuindo e atualmente situa-se nos 100/100 mil habitantes, muito menos que os 130/100 mil habitantes registados há 14 dias.

Neste momento, Cabo Verde tem 5 Municípios com taxa de incidência menor de 25/100 mil habitantes, 10 com taxa entre 25 e 100 casos para cada cem mil habitantes, e 7 com taxa superior a 150/100 mil habitantes.

O DN de Saúde informou ainda que há 8 pessoas internadas no hospitais do País, sendo que 1 está em estado crítico, nomeadamente no Hospital da Região Norte de Santiago e um que estava em estado crítico e que “está a recuperar bem”, no Sal.

Quanto aos óbitos, hoje não foi registado nenhum. Alías no mês de julho, até ao momento, reportou-se 9 mortes, face aos 22 no mês de junho e 45 no mês de maio.

Covid-19. Cabo Verde com mais 15 novas infeções e 41 recuperados

Foram analisadas 746 amostras. Taxa de positividade foi de 2%. Há 506 casos ativos no País

Cabo Verde registou nas últimas 24 horas mais 15 casos novos de Covid-19, em 746 amostras analisadas.

As novas infeções foram notificados no Porto Novo, 3, Santa Catarina de Santiago, São Miguel, São Lourenço dos Órgãos, e Sal com 2 cada, Praia, Brava, Santa Catarina do Fogo e Mosteiros com 1 cada.

Os dados desta segunda-feira revelam mais 41 recuperados. Praia reportou 6, Santa Catarina 1, Tarrafal 1, São Miguel 3, Santa Cruz 1, São Felipe 1, Mosteiros 7, Santa Catarina de Fogo 1, Brava 4, Ribeira grande de Santo Antão 1, Paul 5, Porto Novo 3, São Vicente 2 e Maio 5.

O País passa a contabilizar 506 casos ativos 32.496 casos recuperados, 295 óbitos, 11 óbitos por outras causas e 9 transferidos, perfazendo um total de 33.317 casos positivos acumulados.

Carlos Vila Nova e Guilherme Posser da Costa vão a segunda volta em São Tomé e Príncipe

CEN acaba de confirmar os dados provisórios, que indicam que Carlos Vila Nova obteve 39,47%dos votos e Guilherme Posser Da Costa 20,75%

De acordo com os dados provisórios anunciados esta tarde pelo Presidente da Comissão Eleitoral Nacional, Carlos Vila Nova e Guilherme Posser Da Costa vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, a 8 de Agosto.

O Presidente da Comissão Eleitoral Nacional, CEN, Fernando Maquengo, anunciou que Carlos Vila Nova obteve 39,47% dos votos e Guilherme Posser Da Costa 20,75%.

Delfim Neves, candidato do PCD, é o terceiro candidato mais votado, obtendo 16,88% dos resultados. Recorde-se que Neves tinha dito que irá impugnar o resultado.

A abstenção situou-se em 32,24% dos eleitores.

Cubanos em Cabo Verde pedem PR para denunciar situação atual no seu País

Pedido será feito esta tarde, num encontro que os representantes do Movimento S.O.S CUBA terão com o Presidente Jorge Carlos Fonseca

Os Cubanos residentes em Cabo Verde vão pedir ao Presidente da República para denunciar a situação atual a que passa o povo Cubano. A informação foi avançada ao OPAÍS.cv, pelos representantes do Movimento S.O.S CUBA, indicando que terão um encontro com o Chefe de Estado, ainda nesta tarde.

“S.O.S CUBA apresentará um pedido ao Presidente para denunciar a situação atual que está a sofrer o povo Cubano acompanhado de as firmas de apoio a esta petição, pela Sociedade civil Cabo-verdiana”, lê-se numa nota enviada à nossa Redação.

Milhares de Cubanos têm estado a se manifestar contra o Governo do País, num movimento inédito, nas ruas de duas pequenas cidades, uma a Sudoeste de Havana e outra perto de Santiago de Cuba.

Recorde-se que no passado domingo, 11, Cuba viveu um dia histórico. As manifestações inéditas surgiram em todo o País, com Cubanos a manifestarem nas ruas, gritando “Liberdade”, “Abaixo a ditadura” e “Nós não temos medo”.

Desde o início da pandemia da Covid-19, os Cubanos enfrentam a maior escassez de alimentos, medicamentos e outros produtos básicos, agudizando a crise económico-social que se vive no País. Estas são as maiores manifestações contra o Governo de que há registo na Ilha desde o chamado “maleconazo”, quando em agosto de 1994, em pleno “período especial”, centenas de pessoas saíram às ruas de Havana e não se retiraram até à chegada do então líder Cubano Fidel Castro.

Presidenciais/São Tomé. Carlos Vila Nova reclama vitória à primeira volta

Vila Nova diz que garantiu a vitória com mais de 50% dos votos. Delfim Neves diz que vai impugnar os resultados. Entretanto ainda não foram avançados dados oficiais

O candidato às presidenciais São-tomenses Carlos Vila Nova disse hoje que venceu a votação de domingo com mais de 50% dos votos, garantindo uma eleição à primeira volta, e manifestou-se preocupado com a demora na divulgação dos dados oficiais. “A poucas horas de completar 24 horas após o escrutínio, a Comissão Eleitoral ainda não se pronunciou, não divulgou os resultados preliminares. Isso faz com que a minha candidatura esteja preocupada, porque segundo as nossas fontes, pelos dados que temos, ganhámos”, afirmou hoje ao final da manhã, na sede de candidatura, Carlos Vila Nova, em Santarém, arredores da capital São-tomense.

“Ganhei essas eleições com mais de 50 por cento dos votos expressos e o não pronunciamento da Comissão Eleitoral gera um conjunto de situações que podem ser desagradáveis e nós não queremos especulações à volta deste ato por se tratar de um ato muito importante”, acrescentou.

A Comissão Eleitoral Nacional, CEN, tinha indicado que apresentaria os resultados provisórios da eleição presidencial deste domingo “nas primeiras horas da madrugada” de hoje mas até ao momento não é conhecido os resiltados.

“É assim que venho instar a Comissão Eleitoral Nacional a pronunciar-se para que as candidaturas saibam posicionar-se, saibam como agir e nós também percebermos a todas as formalidades necessárias para que se conclua de forma clara, transparente, digna esse processo, que é assim que deve ser”, acrescentou Vila Nova.

Segundo dados conhecidos até ao momento, pela divulgação de resultados por mesa eleitoral, Vila Nova (apoiado pela Ação Democrática Independente, oposição) é o primeiro classificado na votação deste domingo, seguido de Guilherme Posser da Costa (Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe — Partido Social Democrata) e Delfim Neves, Presidente da Assembleia Nacional e apoiado pelo seu partido, Partido de Convergência Democrática, ficou em terceiro lugar.

Neves já disse que não vai aceitar os resultados e vai impugnar os mesmos, por “fraude massiva”. “Houve fraude massiva. Vamos contestar os resultados. O que estamos a fazer num primeiro momento é solicitar a recontagem dos votos onde não estamos representados”.

O Acordo de Luanda

A mobilidade, como ideia e necessidade, é antiga no seio na CPLP. A Conferência de Brasília de 2002 dá conta desse facto e da aprovação de um conjunto de instrumentos de facilitação de entrada dos cidadãos de um Estado Membro (EM) no território de outros EM, seja pela (i) limitação de exigências na concessão de vistos, (ii) esforço de uniformização de critérios, (iii) autorização de múltiplas entradas, (iv) redução ou isenção de taxas ou (v) prolongamento de estadias.
Apenas o Acordo de Maputo de 2000 impunha o instrumento de supressão de vistos nos Passaportes Diplomáticos, Especiais e de Serviços.
Portanto, salvo o caso especial e relativo aos funcionários públicos de um EM no território de outro EM, os acordos perseguiam a ideia de reduzir e uniformizar tanto quanto possível a burocracia nos processos internos de cada EM relativos à emissão de vistos de entrada.
A Conferencia de Brasília de 2016 não alterou muito o cenário, apesar de um tom mais insistente na matéria de mobilidade, retratado na declaração final. A Resolução do Conselho de Ministros ordenava a convocação da Reunião Técnica Conjunta para implementar os acordos “sectoriais” já acima referenciados.
O PM de Portugal (Brasília, 1 de Novembro de 2016) reafirmou a importância da mobilidade e propunha em traços gerais a transposição do regime interno português de autorização de residência para o Espaço CPLP, o que representava já um avanço significativo. Portugal (PT) “oferecia” aos parceiros o que podia, pois que limitado estava (e está) pelo regime comum de entradas de curta duração no espaço Schengen. Dispunha (e dispõe) desse corredor, desse segmento específico de mobilidade que podia ser colocado no tabuleiro mais vasto dos outros 8 parceiros da comunidade.
Mas naturalmente que já se sabia que a questão era um pouco mais complexa, pois que, em primeiro lugar, se PT “oferecia” a autorização de residência, punha-se logo a questão de se saber não só se esse produto interessava aos outros EM, como também de se saber se lhes interessava oferecer o mesmo em troca; ou se tal produto podia interessar apenas a uns e a não a outros e como lidar com essa diversidade de interesses.
Mais: a maior atenção dos EM se concentrava nas estadias de curta duração. Mas também é certo que nem todos os EM se mostravam dispostos e estabelecer acordos de entrada para estadias de curta duração com todos os EM, mas apenas com alguns. Ou ainda que com todos, mas mostravam-se necessários critérios e exigências diferentes para cada um.
Mas também é certo que uns EM estavam interessados em “oferecer” estadias de curta duração apenas para determinadas categorias de pessoas, não para todos os cidadãos, ao menos numa primeira fase. Mais ainda: para alguns EM a espécie de mobilidade que podia oferecer não era exatamente o que mais lhe interessava receber do outro ou outros EM!
Havia ainda uma outra questão: a fiabilidade, confiança e efetividade dos acordos de cooperação nesta matéria. Na verdade, a experiência demonstrava que quando apenas se reduz a burocracia nos processos para a concessão de vistos de entrada (para estadias de curta duração) os resultados não eram muito animadores, contrariamente ao que acontece com a pura supressão de vistos. Aqui os resultados são quase imediatos!
Ou seja, se é verdade que se impunha um modelo global que abarcasse todos os EM, não era menos certo que esse modelo devia ser concebido de sorte a poder responder às necessidades específicas de cada um, pelo que se impunha fosse flexível, gradual, progressivo, com variabilidade nas espécies de mobilidade, nas pessoas, nos Estados parceiros e na velocidade de implementação. Não era factível uma solução igual para todos os EM ao mesmo tempo, pela diversidade das suas realidades internas e enquadramento geo-politico. Impunha-se, pois, um modelo de geometria variável, quase camaleónico, em que a residência proposta por PT era uma sua vertente, e que pudesse permitir uma grande plasticidade de ofertas como contrapartidas!
De realçar que o projeto final é resultado de muitas e significativas contribuições de todos os EM, em menor ou maior grau, mas todas elas de grande relevância para o projeto apresentado na XIII Conferência de Chefes de Estado e de Governo nos dias 16 e 17 de Julho deste ano de 2021.
Cabo Verde construiu um modelo com fins, princípios estruturantes, espécies, categorias de beneficiários, requisitos, condições, termos e procedimentos. Foi esse o mérito da proposta escrita e fundamentada de Cabo Verde, e que viria a ser apoiada por todos os EM, a criação de um modelo no qual todos os Estado possam rever-se, depois de convenientemente explicado, discutido e negociado por mais de dois anos, modelo que permite um leque variado de soluções e de parcerias, podendo adotar-se soluções mais arrojadas e avançadas de integração quase total, ou escolhas intermédias ou até mais tímidas, consoante as conveniências de cada EM.
O Acordo sobre a Mobilidade acabado de assinar em Luanda é, no fundo, também, uma montra de soluções que podem ser escolhidas e concretizadas em instrumentos adicionais de parcerias pelos EM interessados. Tudo depende da vontade política dos EM e das condições concretas da sua realidade interna.
O meu país, Cabo Verde, já declarou pelas autorizadas vozes do seu PR e PM, que quer avançar rapidamente, com velocidade máxima.

Cabo Verde vai receber mais 8,43 milhões de Euros do Banco Mundial para driblar Covid-19

Acordo foi celebrado no passado dia 3, entre as duas entidades. Já são até agora 17,6 milhões de Euros disponibilizados em apoio ao Plano de Resposta à Pandemia

Cabo Verde e o Banco Mundial acordaram um empréstimo de 8,43 milhões de Euros para fazer face à pandemia da Covid-19, que assola o mundo desde dezembro de 2019, e que chegou ao Arquipélago em março do ano passado. O acordo entre as duas partes foi celebrado no passado dia 3, segundo informações avançadas pela Agência Lusa, dando conta ainda que o valor deve ser reembolsado por Cabo Verde até junho de 2061. Do total que Cabo Verde vai receber em financiamento, seis milhões de Euros serão alocados para a compra de vacinas contra a Covid-19.

Com mais este apoio, já são 17,6 milhões de Euros já disponibilizados pelo Banco Mundial ao nosso País através do Projeto de Resposta de emergência Covid-19.

Segundo o acordo, este novo financiamento vai permitir a aquisição de testes de diagnóstico de Covid-19, materiais de emergência médica e não médicos, como luvas, máscaras cirúrgicas, respiradores, equipamentos para proteção dos olhos e batas de isolamento, bem como materiais de prevenção e controlo de infeções para profissionais de saúde e outros equipamentos médicos. Envolve também “a reabilitação e fornecimento de equipamento e material médico” às instalações de saúde nas Ilhas do Sal e da Boa Vista, o reforço das capacidades dos laboratórios “através do fornecimento de consumíveis críticos, reagentes e stock de equipamento para casos de emergências e testes covid-19”, bem como a aquisição de equipamento médico, para diagnóstico e suporte de vida, ou ainda camas hospitalares e instrumentos cirúrgicos para “resposta ao tratamento e isolamento de casos infetados graves e crítico”, além da aquisição de veículos para operações de emergência.

Ministro das Comunidades elogia “acordo de mobilidade” na CPLP

Jorge Santos fala em “dia histórico” e enaltece a aprovação de todos os países que integram a comunidade Lusófona

O Ministro das Comunidades Cabo-verdianas na Emigração, Jorge Santos, enalteceu a aprovação do Acordo de Mobilidade de Pessoas e Bens ocorrida na 13.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo, ocorrido no último sábado, na Capital Angolana.

Numa publicação na sua conta pessoal na rede social Facebook, Jorge Santos referiu tratar-se de “um dia histórico e marcante” para quantos vivem, trabalham e circulam nesta “comunidade transnacional” que é a CPLP.

“Pessoas com laços familiares, com seus interesses e negócios”, adicionou, para de seguida enaltecer serem gentes de “culturas diferentes mas que partilham a mesma língua, o Português, o cimento da Comunidade. Cúmplices de uma história, multifacetada, de cinco séculos”.

O Ministro insta a todos os cidadãos da Lusofonia no sentido de aproveitarem desta “oportunidade” que diz ser “única”.

“Sejamos inteligentes e aproveitemos desta oportunidade, única, conseguida com muito trabalho e esforço de todos”, sugeriu, admitindo que com esta aprovação está dado um “passo determinante” para a construção de uma “verdadeira CPLP” dos cidadãos, das pessoas.

Novo Sacerdote celebra Missa Nova

Padre Hernany Dias, ordenado ontem, tem programado uma série de Missas Novas, em São Vicente e na Boa Vista

Segundo nos informou o Padre Hernany Dias, a sua primeira Missa dominical está programada para as 9h15, do próximo dia 25, em Craquinha, na Paróquia de Santo António.

Antes, no sábado, preside à Eucaristia vespertina na Paróquia de São Vicente, pelas 18 horas.

As Missas novas prosseguem no dia 1.º de agosto, na Ilha da Boa Vista, onde o agora Sacerdote viveu parte significativa da sua infância.

Em Nossa Senhora da Luz, no Mindelo, a Missa Nova do Padre Hernany está marcada para o dia 22 de agosto.

Aos 27 anos de idade, o Padre Hernany é o mais novo Sacerdote do Clero de Mindelo, e diz querer ser um Padre para o nosso tempo. “Eu não quero ser um Padre para o passado, nem Padre para o futuro. Quero ser um Padre do nosso tempo, que saiba viver as dificuldades da pandemia, que saiba orientar por causa da pandemia, um Padre que saiba também outras culturas que não seja apenas cultura religiosa, um Padre que saiba levar a Doutrina Social da Igreja a todos. Quero ser um Padre ao modo da Igreja, ao modo do Evangelho e ao modo de Jesus Cristo principalmente. Que o meu ser Padre seja um imitar Jesus Cristo”, disse em entrevista ao site da Diocese de Mindelo e reeditada pelo OPAÍS.cv, no passado sábado.

Hernany Dias foi ordenado ontem, pelo Bispo de Mindelo, Dom Ildo Fortes.

Prisão preventiva para suspeito de 4 crimes de VBG na Ilha do Sal

O suspeito, alegadamente, vinha, desde junho de 2020, agredindo à sua ex-companheira, com quem tem um filho menor

O Tribunal da Comarca do Sal decretou prisão preventiva a um indivíduo suspeito de quatro crimes de VBG, na sua forma agravada.

De acordo com informações da Polícia Judiciária, o suspeito, alegadamente, vinha, desde junho de 2020, agredindo à sua ex-companheira, com quem tem um filho menor.

O indivíduo em causa, de 34 anos, foi detido, pela PJ, a mando do Ministério Público, na sexta-feira, 16, fora de flagrante delito, na cidade de Santa Maria.

A PJ informa ainda que antes, na terça-feira, 13, foi detido, em flagrante delito, na localidade de Madeiralzinho, em São Vicente, um individuo do sexo masculino, de 29 anos, por o mesmo ter sido encontrado na posse de uma certa quantidade de Cannabis; de uma quantia em dinheiro, no valor de, aproximadamente, onze mil escudos e de algumas armas brancas.

O detido foi presente, no dia seguinte, às autoridades judiciárias competentes, tendo o Ministério Público promovido o julgamento do mesmo em Processo Especial Sumário.