Para Jorge Carlos Fonseca, “nós podemos decretar medidas duras, fortes, mas se não fiscalizadas o cumprimento, são palavras, são decretos e resoluções, são apenas discursos”
O Presidente da República defendeu hoje que, com a declaração do Estado de Calamidade no País, com exceção da Ilha Brava, por um período de 30 dias, e com as respepetivas medidas para reforçar o combate à Covid-19, ideal a ser feito é a fiscalização dessas medidas e se for o caso sancionar os incumpridores. “Portanto, eu continuo a dizer que a prioridade, neste momento, que o Governo decretou situação de calamidade, isto é, aumentou o nível de prevenção e combate, é fiscalizar, fiscalizar, fiscalizar e se necessário sancionar, sancionar, sancionar os incumpridores”, referiu.
Para Jorge Carlos Fonseca é preciso que haja uma “coordenação e articulação” de todas as entidades que participam no combate à pandemia, nomeadamente, a Proteção Civil, a saúde e polícias. “Para mim o fundamental é que as medidas que forem decretadas, sejam de fato, cumpridas e, portanto, tem que haver efetiva fiscalização das medidas. Porque nós podemos decretar medidas duras, fortes, mas se não fiscalizadas o cumprimento, são palavras, são decretos e resoluções, são apenas discursos”, precisou, realçando a necessidade de haver mais comunicação, por forma de incutir nas pessoas a necessidade de prevenir o vírus, usar máscaras e evitar ajuntamento de pessoas.
“Se a comunicação não for permanente e for prática, a tendência é normalmente relaxarmos e esquecermos de dar importância à situação”, sentenciou.



