Covid-19. Mais 107 positivos em Cabo Verde

País registou ainda mais 25 recuperados

O número de casos continuam a aumentar em Cabo Verde. Neste momento o País contabiliza 872 casos ativos, depois de ter registado, nas últimas 24 horas, mais 107 positivos e 25 recuperados.

Este é o quinto dia consecutivo que o País está a registar mais de 100 casos positivos.

O boletim epidemiológico deste domingo revela que o Município da Praia notificou mais 68 positivos, São Vicente, 17; Sal, 6; Ribeira Brava de São Nicolau, 5; São Filipe, 4; Porto Novo, 2; Ribeira Grande de Santo Antão, Tarrafal de Santiago, São Domingos, Santa Catarina de Santiago e Ribeira Grande de Santiago com 1 cada.

Quanto aos recuperados, Praia teve 3; Tarrafal, 1; São Filipe, 2; Porto Novo, 1; São Vicente, 1; Sal, 11; Ribeira Brava, 3; Tarrafal de São Nicolau, 1 e Boa Vista, 2.

O País contabiliza 16.075 casos recuperados, 165 óbitos, 5 óbitos por outras
causas e 8 transferidos, e um total de 17.125 casos positivos acumulados.

Cabo Verde e Senegal querem reforçar cooperação no domínio de Saúde e Educação

Ministra dos Negócios Estrangeiros do Senegal está em Cabo Vede e encontrou-se hoje com o Primeiro-Ministro

Cabo Verde e Senegal querem reforçar as suas relações no domínio de Saúde e da Educação, disse hoje, na Cidade da Praia, a Ministra dos Negócios Estrangeiros e dos Senegaleses no Exterior, depois de uma visita de cortesia ao Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva.

Esta é a primeira visita oficial de Aissara Tal Sall, ao exterior, e o Chefe do Governo agradeceu a governante por ter escolhido Cabo Verde para a sua primeira missão oficial.
Para o PM, isso demostra “uma profunda” relação de amizade entre os dois países. “Prevê-se muito produtiva a agenda de trabalho que cumprirá durante a visita, no sentido de alargar e aprofundar ainda mais as excelentes relações bilaterais e de cooperação existentes entre Cabo Verde e o Senegal, nomeadamente na saúde, educação, assim como uma melhor integração das nossas comunidades”, referiu o PM, numa mensagem publicada na sua página da rede social Facebook.

O objetivo da visita da Ministra Senegalesa ao nosso País “é mais por questões da amizade e de fraternidade”, mas conforme disse Tall Sall, “os Ministros não vêm nunca somente por causa da amizade, mas também vêm por causa de trabalho, por isso, creio que esta visita irá permitir-nos aprofundar as relações de cooperação entre os dois países”.

Durante o encontro que teve com o PM, acrescentou, foram abordados vários assuntos, sobretudo a integração dos dois países na CEDEAO.

A agenda da governante contempla ainda uma visita de cortesia ao Presidente da República, deslocações à Ilha de São Vicente e ao Município da Ribeira Grande de Santiago.

Situação Económica e Social de Cabo Verde. Análise Comparativa (2020/2015), parte final

Baseada em Relatórios de Instituições Independentes (BCV, GAO, FMI, BM)

4. A CRISE PANDÉMICA E AS PERSPECTIVAS

Infelizmente, a pandemia da Covid19 em 2020 veio mergulhar o mundo numa crise sem precedentes, afectando fortemente Cabo Verde com a interrupção brusca da sua trajectória de crescimento económico e de progresso social!

Como vaticinara o BCV no seu relatório de Abril, o ciclo de crescimento da economia nacional dos últimos anos acabou mesmo por se inverter, fruto das “consequências directas na saúde e no rendimento do trabalho dos afectados, das medidas de contenção da propagação adoptadas a nível mundial e que resultaram num choque simultâneo da oferta (devido à disrupção de cadeias de produção e canais de distribuição) e da procura (afectando desproporcionalmente os sectores do turismo e dos transportes, bem como os serviços culturais e de lazer) ”.

Foram de imediato tomadas medidas importantes no domínio sanitário, orçamental e monetário a fim de “reforçar o sistema nacional de saúde, garantir o abastecimento ao país de bens essenciais, facilitar o provisionamento de liquidez a empresas com problemas de tesouraria, em resultado da implementação de medidas de contingência, minimizar os impactos no mercado de trabalho e prover algum amparo às famílias mais vulneráveis”.

O ano que tinha começado bem, com o primeiro trimestre a registar uma taxa de crescimento económico de 5,9%, acabou por se virar do avesso com o eclodir da crise global de saúde pública. Segundo o Relatório de Política Monetária do BCV de Novembro 2020, logo no trimestre seguinte “o PIB em volume contraiu 31,7 por cento em termos homólogos, com a queda em todos os ramos de actividade, com excepção da administração pública e da agricultura. Os ramos de transporte e alojamento e restauração registaram as maiores contracções do valor acrescentado bruto, 71 e 96 por cento, respectivamente.”

“O aumento do consumo público em 9 por cento e a redução das importações em 36 por cento, entretanto, atenuaram a contracção do produto (amparo às famílias mais vulneráveis, que laboram no sector informal, e reforço da estrutura e das condições de resposta do sector da saúde à crise sanitária).

Para o primeiro semestre, a contracção do PIB estimou-se na ordem dos 13% em termos homólogos.

“A balança corrente registou um défice de 11,4 por cento do PIB no primeiro semestre, devido, essencialmente, à queda de 39 por cento das exportações de bens e serviços (que inclui as receitas de turismo e de transportes aéreos). Não obstante, o stock das reservas internacionais líquidas tem-se mantido num nível relativamente confortável, permitindo garantir cerca de oito meses das importações projectadas para o ano, em resultado, principalmente, de desembolsos de donativos e empréstimos concedidos ao Estado de Cabo Verde, do aumento das remessas dos emigrantes e da desmobilização de aplicações no exterior pelos bancos”.

Como se esperava, as finanças públicas deterioraram-se nos primeiros oito meses do ano devido, principalmente, à queda das receitas fiscais em 22,8%, porque, entretanto, as despesas do Estado estabilizaram-se. No mesmo período, os Benefícios Sociais aumentaram 12,1% em termos homólogos (política social de compensação da perda de rendimentos das famílias mais vulneráveis e de outras que laboram fundamentalmente no sector informal) e os Donativos em 212,1%. A Dívida Pública em agosto estimava-se em 140% do PIB.

À data, o BCV projectava uma queda do PIB para 2020 em 8,1% (cenário base).

Vejamos as avaliações e as previsões dos parceiros internacionais para este período de crise:

GRUPO DE APOIO ORÇAMENTAL – GAO

Já na sua missão do mês de Junho o GAO havia constatado que “Cabo Verde foi severamente atingido pela Pandemia do covid19” e que o PIB iria contrair “devido ao declínio acentuado nas receitas do turismo, exportações, remessas e investimento”. Considerava ainda que “as autoridades adoptaram políticas de estímulo orçamental e facilidade monetária para fortalecer o sector da saúde, apoiar o sector privado e proteger os empregos”.

Nessa altura o GAO avaliava positivamente a capacidade de resposta do sistema de saúde que se mantinha desoprimido e funcional.

Em termos de resposta económica do Governo, realçou a disponibilização de linhas de crédito para os sectores mais atingidos, reforço de garantias para as PMEs e moratória para a amortização de empréstimos às empresas e pessoas singulares.

No domínio social, o GAO destacou a actualização da base de dados da protecção social e a beneficiação de rendimento solidário a 11 mil famílias pobres.

Na sua última missão (Dez, 2020), em comunicado de imprensa, o GAO reconheceu que “A persistência da pandemia da COVID-19 desencadeia ameaças sem precedentes ao progresso social e económico em Cabo Verde, agravando significativamente as perspectivas económicas. Prevê-se uma contracção económica de 11% em 2020, devido essencialmente ao colapso dos sectores do turismo e dos transportes. As remessas de emigrantes têm amortecido o choque. No entanto, espera-se que a taxa de pobreza aumente, ameaçando os progressos alcançados na sua redução desde 2015. As acções políticas rápidas e resolutas tomadas pelas autoridades foram fundamentais para proteger vidas e meios de subsistência. A implementação de políticas durante este período tem sido favorável à estabilidade macroeconómica. O GAO elogia o Governo pela resposta política e incentiva as autoridades a continuarem a implementar políticas para proteger os pobres e os mais vulneráveis durante a crise”.

De entre as medidas sectoriais tomadas, o GAO destacou “os esforços a curto prazo efectuados para preparar o sector do turismo para a retoma, incluindo a formação e o desenvolvimento de capacidades em melhores práticas sanitárias para as empresas turísticas e a continuação da divulgação e comunicação com os principais operadores turísticos”.

Concernente ao emprego e empregabilidade, o GAO elogiou “o empenho contínuo das autoridades na criação de condições para o seu aumento” e encorajou o Governo a prosseguir os esforços para assegurar o reforço sustentável e inclusivo das instituições de formação profissional.

Por fim, o GAO reiterou o seu apoio contínuo a Cabo Verde nestes tempos difíceis.
FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL – FMI (Segunda revisão no âmbito do Instrumento de Coordenação de Política – Nov.2020)

Em termos de avaliação global, o FMI constatou que “A economia cabo-verdiana foi severamente afectada pela pandemia da COVID-19” e que “As autoridades tomaram medidas oportunas e adequadas para lidar com a situação económica e os impactos sociais da COVID-19”.

A crise, de facto, veio “interromper vários anos de desenvolvimentos macroeconómicos fortes e positivos”(…) “principalmente devido ao colapso do turismo e transporte, e uma forte contracção em outros sectores”.

“As medidas tomadas pelas autoridades desde o início do COVID-19 foram adequadamente projectadas e bem direccionadas, com o objectivo de melhorar o sistema de saúde para a contenção da disseminação da doença na comunidade, proteger os mais vulneráveis, proporcionar liquidez ao sistema bancário, facilitar o acesso ao crédito e o pagamento de obrigações tributárias”.

Antes da COVID19 registou-se um “bom primeiro trimestre”, com crescimento económico “estimado em 5,9%, impulsionado por investimento e consumo privado e, no lado da oferta, apoiado principalmente por forte actividade nos sectores da construção, da indústria e energia, dos transportes e comunicações”.

“Os sinais de enfraquecimento foram evidentes no segundo trimestre (…) com os indicadores de confiança dos consumidores e das empresas ao final de junho a registarem os menores valores nos últimos dezasseis trimestres”. (…) O turismo virou negativo, (…) as exportações de bens diminuíram em 45,5% e as importações caíram 25,8% como reflexo de um fraco desempenho da actividade económica”.

A execução orçamental no final de junho indicava uma diminuição das receitas em 21,5%, bem como redução de algumas despesas e adiamento de alguns investimentos. Apesar das dificuldades, e excepto nas receitas, todas as metas estabelecidas do ICP foram cumpridas.
As autoridades adoptaram um orçamento rectificativo para 2020 para ancorar a resposta à COVID-19. O défice global deverá atingir 9,7% e a dívida pública 137,5% do PIB, mas com o entendimento de que esses aumentos deverão ser temporários, e que o retorno à trajectória pré-crise deve ser uma das principais prioridades a partir de 2021, para continuar a perseguir a sustentabilidade orçamental, particularmente da dívida pública.

As perspectivas macroeconómicas alteraram-se consideravelmente com a crise pandémica: “as de curto prazo são nebulosas e incertas”, dependendo da evolução da pandemia, com previsão de uma contracção do PIB de 6,8% em 2020 e recuperação em 2021 com crescimento de 4,5%; “As perspectivas de médio prazo permanecem geralmente positivas, embora sujeitas a grandes incertezas. (…) Essa avaliação pressupõe uma recuperação da economia global em 2021, a retoma do turismo sustentado e de fluxos de capital para Cabo Verde, e a retoma das reformas estruturais, significativamente atrasadas por causa do COVID-19, principalmente para fortalecer os vínculos entre os sectores do turismo e da agricultura, e desenvolver o transporte marítimo inter-ilhas. (…) O PIB real deve estabilizar-se em torno de 6% no médio prazo”.

5. CONCLUSÃO

Da difícil situação económica e social em que se encontrava em 2016, Cabo Verde conseguiu um “impressionante” sucesso em termos de resultados de governação, até à eclosão da crise pandémica da Covid19, fruto de uma assumida alteração do rumo e de uma ambiciosa estratégia de desenvolvimento.

Tal facto é reconhecido por todos os parceiros internacionais e encontra comprovação nos dados estatísticos publicados por instituições independentes e credíveis, tanto a nível macro como a nível das famílias cabo-verdianas.

A crise pandémica veio perturbar a trajectória de desenvolvimento iniciada em 2016, mas o país tem sabido enfrentá-la com relativo sucesso, a ponto de os parceiros não alterarem as perspectivas de médio prazo e de preverem para breve a retoma do crescimento robusto em Cabo Verde. Tanto que o Banco Mundial, no último GLOBAL ECONOMIC PROSPECTS (jan.2021) prevê, já para 2021, um crescimento da economia cabo-verdiana de 5,5%, numa revisão de mais 0,5 pontos percentuais relativamente à projecção anterior (jun.2020).

Proposta de acordo de mobilidade no seio da CPLP acaba de vencer mais uma etapa

Declaração é do Presidente da República. Jorge Carlos Fonseca adianta ainda que a aprovação da proposta no Conselho de Ministros da Comunidade venceu a resistência de muitos céticos e incrédulos

O Conselho de Ministros da CPLP aprovou, na última sexta-feira, a proposta de mobilidade na comunidade, um passo que o Presidente da República considera ser importante. Jorge Carlos Fonseca adianta ser mais uma etapa que se está a vencer, ficando agora dependendo da aprovação final da Cimeira dos Chefe de Estados da CPLP a ter lugar em Luanda.

A proposta de mobilidade no seio da CPLP sempre foi uma forte aposta e firme da presidência de Cabo Verde, a sua aprovação no Conselho de Ministros é para JCF um passo que vence a resistência de muitos céticos e incrédulos.

“A caminho de uma muito relevante e histórica conquista, no percurso de construção de uma verdadeira Comunidade de Povos e de Cidadãos dos Países de Língua Portuguesa. Vencendo a resistência de muitos céticos e incrédulos”, disse.

A aprovação do referido acordo representa o ponto alto da liderança da CPLP por Cabo Verde, que foi prolongada por um ano devido às limitações em 2020 com a pandemia de Covid-19, e o documento terá ainda de ser ratificado na 13.ª Conferência dos Chefes de Estado e do Governo, prevista para julho, em Luanda, que vai marcar a transição da presidência da organização para Angola.

Papa apela a cristãos que estejam atentos ao sofrimento dos seus próximos

Francisco assinalou o início da segunda Semana Santa consecutiva vivida em tempos de pandemia, evocando o sofrimento provocado pela covid-19

O Papa assinalou hoje o início da segunda Semana Santa em tempo de pandemia covid-19 e apelou aos cristãos que estejam particularmente atentos ao sofrimento dos seus próximos.

“Ao longo da Via Sacra diária, encontramos os rostos de muitos irmãos e irmãs em dificuldade: não passemos ao largo, deixemos que o coração se mova com compaixão e aproximemo-nos”, apelou o Papa na homilia do Domingo de Ramos.

Francisco assinalou o início da segunda Semana Santa consecutiva vivida em tempos de pandemia, evocando o sofrimento provocado pela covid-19.

“Entramos na Semana Santa. Pela segunda vez, vivemo-la no contexto de pandemia. No ano passado ficámos mais chocados, este ano estamos mais provados. E a crise económica tornou-se pesada”, referiu, antes da oração do Angelus com que se concluiu a celebração do Domingo de Ramos, na Basílica de São Pedro.

Na celebração que marca o início da Semana Santa, o pontífice esteve acompanhado por cerca de trinta cardeais e vários religiosos, que em todos os momentos respeitaram a distância de segurança de um vírus que na Itália já ceifou mais de 100 mil vidas.

Governo cumpriu com a Educação

Observação é do Ministro que tutela a pasta, sublinhando que apesar dos constrangimentos causados pela pandemia, o setor não parou de funcionar

O Ministro da Educação garante que o Governo cumpriu com a educação, elaborando um conjunto de políticas favorecento todo o setor.

De acordo com Amadeu Cruz, que falava no ato da abertura do Conselho do Ministério da Educação, em Assomada, o Governo apostou num conjunto de reformas institucionais, traduzindo numa nova visão e formas de abordagens baseadas no princípio do planeamento estratégico, que permitiu ao Ministério atingir níveis, considerados de “excelentes”, no concernente ao cumprimento do programa do Governo.

Esta reforma, acrescentou, permitiu desenvolver uma estrutura de gestão capaz de conceber e coordenar a implementação de medidas, que visaram garantir uma educação de qualidade, trazendo “resultados concretos a todos os níveis da educação”.

Recordou Amadeu Cruz que o Governo trabalhou na universalização do ensino pré-escolar, na extensão da escolaridade obrigatória até 8.º ano, isentou de propinas aos alunos do 1.º ao 12.º anos e alargou os programas de ação escolar e ação social universitária, com enfâse no aumentalo do número de bolseiros.

No entanto, os ganhos não ficaram por aí, com o Ministro a destacar ainda que as políticas implementadas permitiu o enriquecimento e atualização dos currículos do ensino básico e secundário, via geral e técnica, expansão do ensino técnico, reestruturação do ensino superior e da ciência alinhados com as principais áreas de desenvolvimento económico, social e cultural do País e das Ilhas, bem como uma boa governação do sistema educativo e docente, resolução das pendências dos docentes, formação contínua dos professores, melhoria das condições das infraestruturas educativas, entre outros.

Seleção Nacional já está em Moçambique

Tubarões Azuis aterraram em Maputo às 04h17 local, num voo charter

A Seleção Nacional de Futebol sénior masculino já se encontra em Maputo, para o jogo de terça-feira, 30, com Moçambique.

De acordo com a Federação Cabo-verdiana, os Tubarões Azuis aterraram, em Maputo, às 04h17 local, num voo charter.

“A viagem decorreu tranquilamente e a equipa já se encontra instalada numa unidade hoteleira de Maputo, em Moçambique”, escreveu a FCF, na sua conta ofical de Facebook.

Cabo Verde defronta na terça-feira a seleção de Moçambique para a última jornada do Grupo F de qualificação para a CAN 2022, que se realiza em Camarões.

Na sexta-feira, a Cabo venceu os Camarões por 3-1, a contar para a quinta jornada do grupo F. Nessa jornada, Moçambique perdeu com Ruanda por uma bola a zero.

No grupo F, os Camarões, que já estão qualificados, por serem anfitriões, soma 10 pontos, seguido de Cabo Verde com 7, Ruanda com, 5 e Moçambique com 4.

Covid-19. Brasil com mais de 3 mil mortes pelo 2.º dia consecutivo

País Sul-americano registou ainda cerca de 86 casos novos de Covid-19

O Ministério da Saúde Brasileiro notificou, este sábado, o registo de mais 3.438 vítimas mortais por causa do novo coronavírus, elevando o total de óbitos para 310.550. Este é o segundo dia consecutivo com mais de 3 mil mortes em resultado da doença Covid-19, depois de na sexta-feira se terem anunciado 3.650, o maior registo diário desde o início da pandemia no país, a 26 de fevereiro de 2020.

Foram reportados, também, mais 85.948 casos de infeção, uma subida em relação ao dia anterior (84.245). O número total de casos confirmados no País é agora de 12.490.362, segundo o site do Ministério da Saúde.

Ainda de acordo com a tutela, a incidência é agora de 148 mortes e 5.944 casos por cada 100 mil habitantes, numa nação com uma população estimada em 212 milhões de habitantes.

Myanmar. Mais de 400 mortos desde golpe militar de fevereiro

Uma organização não-governamental Birmanesa indicou hoje que o número de mortos em Myanmar (antiga Birmânia) aumentou para 423, devido à violência militar e policial contra manifestantes em protesto contra o golpe de 1 de fevereiro

O balanço anterior da Associação de Assistência aos Presos Políticos, AAPP, era de 328 mortos, mas o número de vítimas mortais subiu no sábado, na sequência da repressão de manifestações em pelo menos 40 localidades nas regiões de Rangum, Bago, Magway, Sagaing, Tanintharyi e Ayeryawady, bem como nos estados de Mon, Kachin e Shan.

Em relatório, a ONG disse ter verificado a morte de pelo menos 90 pessoas, incluindo seis crianças de entre 10 e 16 anos, mas reconheceu que o número de mortos “é provavelmente muito mais elevado”.

De acordo com um órgão de comunicação social local, Myanmar Now, pelo menos 116 pessoas foram mortas no sábado, enquanto na capital, Naypyidaw, o exército Birmanês assinalava o dia das forças armadas com um desfile militar.

Os militares tomaram o poder em 1 de fevereiro por alegadas fraudes nas eleições de novembro passado, vencidas pelo partido de Aung San Suu Kyi. A prémio Nobel da Paz foi deposta pelos militares e detida juntamente com grande parte do Governo civil.

Desde o golpe, a junta militar já prendeu mais de três mil pessoas.

Colunista de OPAÍS.cv agredido na Cidade da Praia

Casimiro de Pina foi, esta tarde, violentamente agredido por Amaro da Luz, irmão da Rosário da Luz

Na altura, o colunista de OPAÍS.cv estava acompanhado de Clemente Garcia, ex- Presidente da Câmara Municipal de São Domingos, na Ilha de Santiago, que ficou surpreendido com essa agressão traiçoeira e inesperada.

Contamos publicar as fotografias da agressão e trazer mais dados acerca desta forma bárbara de agir por parte de certos grupos e indivíduos. Tudo aconteceu num bar em Achada Santo António, que está equipado com câmaras de vigilância.