Familiares de jovem morto em Santa Cruz pedem detenção do presumível homicida

Uma manifestação está a ser ponderada pelos familiares, que pedem uma explicação do Ministério Público, pelo atraso na emissão do mandado de prisão

Os familiares de um jovem morto, no dia 24 de dezembro, em Santa Cruz, na Ilha de Santiago, ponderam realizar, ainda hoje, segunda-feira, 4, uma manifestação, para pedir uma explicação do Ministério Público, pelo fato de o suposto homicida ainda não se encontrar detido.

De acordo com informações avançadas pela rádio pública, nesta manhã, o suposto autor do crime, de 21 anos, entregou-se voluntariamente na madrugada do dia 25 na Esquadra da Polícia Nacional, na Fazenda, na Cidade da Praia, que acionou de imediato a Polícia Judiciária, mas por causa de suposto atraso no mandado de detenção, por parte do Ministério Público, o suspeito confesso, ficou sob Termo de Identidade e Residência.

Os familiares estão aflitos e temem que o suposto homicida possa se ausentar do País.

Covid-19 nas Ilhas

Situações mais delicadas são registadas no Maio, Santo Antão e São Vicente, mas há 4 Ilhas sem qualquer caso da doença

A pandemia da Covid-19 já infetou um total de 11.920 pessoas em todo o território nacional, mas os dados são animadores nalguns Concelhos. Sal, Boa Vista, Brava e São Nicolau não têm qualquer caso ativo nesta data. Em Ilhas como Maio, Santo Antão e São Vicente a situação epidemiológica é mais delicada.

A Covid-19 matou, segundo dados das autoridades sanitárias nacionais 113 pessoas, a última no dia 31, em São Vicente. Entretanto, a grande maioria de casos, 11.580, foi dada como recuperados.

O Maio, com cerca de 7 mil habitantes, está com 17 casos ativos e um total de 39 casos acumulados, sendo que 22 foram dados como recuperados.

Em situação semelhante estão as Ilhas de Santo Antão e São Vicente, respetivamente, com 24 e 77 casos ativos. A Ilha das Montanhas regista um acumulado de 24 casos e 6 óbitos e o Porto Grande um acumulado de 872 casos e 9 mortes.

Em Santiago, a situação está mais animadora. Depois de ser um dos epicentros da Covid-19, a Ilha tem agora um total de 75 casos ativos. Os casos fatais são 84. Em toda a Ilha a Covid-19 já vitimou 7.776 pessoas.

Boa Vista, a primeira Ilha afetada pela pandemia, em março de 2020, está sem casos ativos no momento, e tem o registo acumulado de 236 infeções, 2 óbitos e 2 transferidos.

A Ilha do Fogo, com 3 Municípios está com 29 infeções ativas, entre 1.830 casos acumulados e tem 6 mortes. Mesmo ao lado está a Brava, sem casos ativos e uma taxa de 100% recuperados em 24 infeções acumuladas.

O Sal está também sem casos ativos. A Ilha tem o registo de 5 mortes e um acumulado de 710 infeções. São Nicolau é outra Ilha sem casos ativos, mas as estatísticas reportam um acumulado de 92 infeções e 1 óbito.

Os dados de ontem, a nível nacional, indicam novas 37 infeções, distribuídas por São Vicente, Praia e Porto Novo, respetivamente, com 27, 8 e 2 casos.

Prisão preventiva para suspeito de matar e carbonizar corpo, em São Vicente

O malogrado era suspeito de um crime de tentativa de homicídio, junto com o homicida agora detido. Os dois alegadamente teriam efetuado um disparo contra uma mulher numa oficina de alúmino, em Madeiralzinho, São Vicente

O Tribunal da Comarca de São Vicente decretou prisão preventiva para suspeito de matar e carbonizar o corpo dentro de um tanque, em Pé Verde, em São Vicente, no passado dia 22 de dezembro de 2020.

De acordo com a Polícia Judiciária, o suposto homicida, de 52 anos, residente em Espia, foi detido no passado sábado, 2, em São Vicente, fora flagrante delito.

Conforme as informações da PJ, o malogrado era suspeito de um crime de tentativa de homicídio, junto com o homicida, agora detido. Os dois alegadamente teriam efetuado um disparo contra uma mulher numa oficina de alúmino, em Madeiralzinho, São Vicente.

São Vicente com mais 27 casos positivos de Covid-19

Ilha passa a ter maior número de casos ativos no País, 77. A nível nacional foram registados 37 casos novos. Praia teve, 8 e Porto Novo, 2

A Ilha de São Vicente registou nas últimas 24 horas mais 27 novos casos positivos de novo coronavírus, elevando para 77 o número de casos ativos naquela Ilha.

São Vicente volta assim a ser a Ilha com mais casos ativos, no País. A Ilha de Santiago, é a segunda com 75 casos ativos, dos quais 64 na Praia, que neste domingo registou 8 positivos.

Outros dois casos novos de infeção pelo novo coronavírus foram reportados na Ilha de Santo Antão, no Município do Porto Novo.

De referir ainda que o País registou 2 recuperados no último dia, todos em São Vicente.

Neste domingo, o País contabiliza 222 casos ativos, 11.580 casos recuperados, 113 óbitos por Covid, 3 óbitos por outras causas e 2 transferidos, perfazendo um total de 11.920 casos positivos acumulados.

África subsaariana deve crescer 4,9% superando recessão de 2,5% em 2020

Consideração é da Consultoria Capital Economics

A Consultora Capital Economics considerou hoje que a África subsaariana deverá crescer 4,9% este ano, recuperando da recessão do ano passado motivada pela pandemia de Covid-19, classificada de “tempestade” por estes analistas Britânicos.

“Depois da tempestade de 2020, os decisores políticos na África subsaariana desejam acalmia em 2021, mas com a distribuição de vacinas a ser um dos principais desafios na região, a recuperação económica pode ser mais lenta que noutras partes do mundo”, escrevem os analistas numa análise às economias Africanas.

No documento, enviado aos clientes e a que a Lusa teve acesso, a Capital Economics escreve que “as iniciativas de alívio da dívida também não deverão ser grande ajuda”, o que faz com que a recuperação económica fique nos 4,9% este ano, depois da contracção de 2,5% em 2020. “Os decisores políticos africanos têm uma montanha para escalar no que diz respeito à encomenda e distribuição de vacinas”, escrevem, apontando que “a fraca infraestrutura e equipamentos de congelação também fazem com que a distribuição em África seja mais difícil que noutras partes do mundo”.

Os esforços das instituições financeiras multilaterais, por outro lado, também não serão uma panaceia para os males Africanos: “Um dos principais legados do Covid-19 é deixar os Governos Africanos com um peso da dívida maior do que no início da pandemia”, apontam.

As iniciativas de alívio da dívida, como a Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida, “não esteve à altura das expetativas devido às potenciais consequências negativas da adesão, envolvimento seletivo da China e falta de participação do setor privado”, dizem os analistas, alertando que a “Moldura Comum” para tratar a dívida, acordada no final do ano pelo G20, também não deverá resolver o problema. “A Moldura Comum do G20 também não deverá ser solução, porque o plano, apesar de apresentar condições de redução da dívida com uma participação mais alargada dos credores, deverá ser insuficiente para minorar a desconfiança mútua que existe entre os detentores privados de dívida e a China”, conclui-se no texto.

Bailarina, de origem Cabo-verdiana, vítima de racismo na Alemanha

Chloé Lopes Gomes foi a primeira bailarina negra a integrar a Companhia Nacional de Balé / Staatsballett de Berlim. Mas a descoberta de que sua supervisora tinha um problema com a sua cor da pele, ela passou a viver um pesadelo. Chloé agora resolveu denunciar o abuso. Bailarina acusa companhia alemã de racismo e de forçá-la a usar pó de arroz

A primeira bailarina negra a fazer parte do balé nacional da Alemanha, o Staatsballett de Berlim, diz ter sido vítima de racismo na instituição. A francesa Chloé Anais Lopes Gomes, de 29 anos, afirma que uma professora a perseguiu e discriminou durante dois anos, a ponto de forçá-la a passar maquiagem branca na pele para estrear no espetáculo “O Lago dos Cisnes”.

Ela afirma ainda que a instituição foi conivente com as situações de racismo e que tentaram demiti-la quando ela denunciou internamente o que vinha sofrendo.

Os advogados de Chloé conseguiram reverter a demissão, mas sua agressora continua trabalhando na companhia, onde tem cargo vitalício. “Nos cruzamos todos os dias nos corredores”, contou a bailarina ao UOL.

Filha de pai cabo-verdiano e mãe francesa, nascida na França, Chloé entrou no Staatsballett em 2018 e foi a primeira mulher negra a trabalhar na companhia nacional de dança alemã, uma das mais prestigiadas do mundo.

“Era meu sonho entrar nessa companhia, é uma das melhores do mundo, tem bailarinos do mundo inteiro. Nunca esperava viver isso lá dentro. Eu morei na Rússia e nunca passei por isso lá”, disse ela, que estudou no balé Bolshoi, o mais importante e tradicional do mundo.

Em entrevista ao UOL, Chloe relatou que foi perseguida durante dois anos pela mestra. “Ela fazia piadas racistas o tempo todo. Fiquei muito estressada, tive depressão e dores no estômago. É muito difícil manter a sanidade quando alguém fica o tempo todo te colocando para baixo”, contou.

“Ela ficava o tempo todo me corrigindo, dizendo que eu estava fora da fileira, mas eu sabia que não estava. Não que eu não suporte críticas, mas estamos falando de coisas básicas que você aprende com três anos de idade no balé”, disse Chloe.

Pó de arroz

As perseguições culminaram na estreia do clássico “O Lago dos Cisnes”. A mestra ordenou que todos os bailarinos usassem pó de arroz para que o corpo de baile ficasse homogêneo no palco.

“É comum nesse tipo de repertório todos os bailarinos usarem pó de arroz. Mas você nunca pede a um bailarino negro que use maquiagem branca. Isso não se pede. Eu disse a ela: ‘não vou ficar branca, não sou branca'”, contou Chloe. A mestra, então, teria replicado a ela que passasse mais maquiagem.

“Ficou horrível. Minha pele ficou cinza-esverdeada. Simplesmente não consegui acreditar que eles não poderiam aceitar a ideia de ter um cisne negro”, relatou.

O espetáculo, escrito em 1876 por Piotr Tchaikovsky, tem um subtexto muitas vezes interpretado como racista. A história versa em cima de um triângulo amoroso envolvendo Odette, a princesa que é transformada em cisne branco, e Odile, a bruxa que se metamorfoseia em cisne negro. A bailarina Chloé fazia parte do coro de cisnes.

Demissão

As perseguições se agravaram em janeiro deste ano, quando o co-diretor artístico da companhia, Johannes Öhman, que protegia Chloé na instituição, foi subitamente desligado. “Sob a direção do Sr. Oman eu estava muito feliz, ele nunca reclamou do meu trabalho. Em janeiro ele deixou a companhia e eu me senti sozinha. Logo depois fui demitida”, relata.

“Fiquei surpresa, foi incompreensível, não esperava isso. Estava elencada para dois espetáculos. Disseram que eu não me enquadro na companhia, que eu não sou ‘musical’, como se o motivo fosse minha competência, mas eu sei que não é. E ainda disseram que lamentavam muito o que aconteceu comigo, mas que esse não era o motivo da demissão”, contou Chloé.

Chloé afirma que tem recebido muitas mensagens de apoio de colegas, de bailarinos de toda parte do mundo e até de pessoas desconhecidas nas redes sociais. Mas que, apesar de todo o apoio, ainda se sente desrespeitada pela companhia, que até hoje não demitiu a professora.

“Sou muito sortuda de ter a mídia ao meu lado, de ter muitos colegas ao meu lado, tenho recebido muito apoio nas redes sociais. Mas a verdade é que nada aconteceu até agora. Ela continua trabalhando lá. Isso é inaceitável”, afirma.

“Na França isso jamais aconteceria. Racismo não é brincadeira, especialmente em instituições importantes. A pessoa seria demitida se fizesse isso. Essa pessoa não pode ser mestra de balé, isso depõe contra a reputação da companhia. Algumas pessoas têm poder demais e isso também deveria mudar. Quando alguém é racista, tem que ser punido. Racismo é crime, mas muitas pessoas não entenderam isso até hoje”, conclui.

Outro lado

O Staatsballett de Berlim publicou um comunicado sobre o caso, afirmando que fará uma investigação interna.

Temos mais de 90 bailarinos de várias partes do mundo. Como companhia, tínhamos a impressão de que a diversidade por si só nos faria sensíveis a questões de racismo e discriminação, mas estávamos errados. O racismo estrutural é societário e afeta a todos. O comportamento discriminatório que foi denunciado em nossa instituição nos comove profundamente e mostra a necessidade de ferramentas e conhecimento para lidar com essas questões e fazer mudanças profundas.

Estamos realizando uma investigação com apoio de especialistas independentes sobre qualquer comportamento discriminatório dentro de nossa empresa. Qualquer forma de discriminação e racismo em nossa empresa é inaceitável. Desde que nossos ex-diretores artísticos, Sasha Waltz e Johannes Öhman, deixaram a empresa abruptamente na última temporada, nossa empresa está em um estado de transição. Considerando as conversas que surgiram nas últimas semanas, agora vemos isso como uma oportunidade de reestruturar a empresa. É nossa prioridade promover um clima de trabalho em que todos os funcionários sejam incentivados a se manifestar assim que ocorrerem transgressões de qualquer tipo. Como instituição estatal, não podemos ser parte do problema; devemos dar o exemplo.

Outro ponto importante inclui a revisão do repertório da nossa empresa para descobrir maneiras desatualizadas e discriminatórias de atuação, bem como questionar e reavaliar nossas tradições de longa data. Estamos cientes de que a profissão do balé marginalizou as pessoas não-brancas ao longo da história. No entanto, é nosso dever artístico ser um espelho da nossa sociedade, e nosso repertório deve ser um farol artístico que o reflita em toda a sua diversidade.

com UOL

África com mais de 50 mil novos casos e 1.355 mortes devido à Covid-19

O número de recuperados no mesmo período foi de 36.750 para um total de 2.316.147

África registou mais de 50 mil novos casos e 1.355 mortes em 24 horas, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana
A mais recente atualização das estatísticas sobre a pandemia no continente, que esta semana têm registado um atraso de alguns dias, revela que, a 1 de janeiro (sexta-feira), os 55 estados membros da União Africana contabilizavam 2.785.548 de infeções (+56.946) e 66 145 mortes (+1.355).

O número de recuperados no mesmo período foi de 36.750 para um total de 2.316.147.
A África Austral mantém-se como a região mais afetada, com 1.203.533 casos e 30.943 mortes. O Norte de África é a segunda zona mais afetada pela pandemia, com 936.251 casos de infeção e 24.434 vítimas mortais.

A África Oriental regista 323.785 infeções e 6.003 mortos, na África Ocidental o número de infeções é de 246.230 e o de mortes ascende às 3.278, enquanto a África Central regista 75.749 casos e 1.487 óbitos.

Em relação aos países de língua oficial Portuguesa, Angola regista 407 óbitos e 17.608 casos, seguindo-se Moçambique, 168 mortos e 18.968 casos, Cabo Verde, 113 mortos e 11.883 casos, Guiné Equatorial, 86 mortos e 5.264 casos, Guiné-Bissau, 45 mortos e 2.446 casos e São Tomé e Príncipe, 17 mortos e 1.014 casos.

Este novo ano tem tudo para ser maravilhoso

Agora, que iniciou um novo ano, façamos com que não seja só mais um ano e sim que seja um ano mais especial que o anterior. O ano que passou deixará boas e más lembranças. Afinal, todos os anos que passam deixam marcas, sejam elas melhores ou piores.

Se, para trás, fica um ano de sofrimento e de lágrimas, guardemos a certeza de que sobrevivemos. Dos nossos erros, guardemos a aprendizagem, das dificuldades, lembremos o momento da nossa superação. Devemos sentir alegria e gratidão por mais um ano vivido e, apesar de tudo que tenha acontecido, o mais importante é que chegámos até aqui mais experientes, mais fortes e com mais sabedoria. Sigamos firmes nos nossos propósitos.

Agora, é tempo de encher o coração de optimismo, esperança e sonhos, é tempo de recomeçar e renovar, pois um novo começou e devemos vivê-lo e aproveitá-lo ao máximo. Este novo ano tem tudo para ser maravilhoso! Encerra em si todas as possibilidades.

Acreditemos nas nossas capacidades, cuidemos de tudo para tentarmos ser mais felizes e não desistamos dos nossos sonhos. Olhemos para o passado ano com gratidão, sem nos esquecermos de agradecer pelas nítidas evidências de que a fé vence todas as dúvidas, de que a esperança supera o desespero, de que a coragem se sobrepõe aos desânimos.

Foi mais um ano que terminou e outro que já se nos apresenta pela frente. O maior desafio que temos neste momento é saber diferenciar a aprendizagem dos erros. Com a primeira, devemos absorvê-la, aprimorá-la e aplicá la nas diversas situações que se nos deparem neste novo ano.

Já no que toca aos erros, devemos aprender a não errar duas vezes no mesmo ponto! Vamos iniciar mais um capítulo com 365 páginas em branco para que cada um de nós possa escrever no livro da vida, com a mão de Jesus a guiar suavemente a nossa mão. Transformemos cada dia deste novo ano em linhas memoráveis do livro da nossa vida.
Página a página, passo a passo… confiantes de que Deus, o nosso amoroso Pai, coloca ao nosso alcance tudo o que nos faz falta para podermos dar o melhor de nós. A nossa parte consiste então em desejarmos sempre estender a nossa mão a Deus, manter a nossa vigilância interior bem activa, crentes de que a cada dia nos podemos superar nos mais ínfimos aspectos.

Que este novo ano nos permita ser muito melhores do que temos sido; que sejamos incansáveis na busca do melhor de nós, na busca da nossa verdade mais íntima, mais iluminante, na busca incessante de Deus, como a verdadeira luz que nos resgata de todas as sombras.

Marcelo anuncia estado de emergência de 8 dias

 Presidente justificou a medida com desconhecimento sobre os efeitos do período de Natal

O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou que o próximo período de estado de emergência deve ser apenas de uma semana e replicar as medidas atualmente em vigor.

Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que na próxima semana irá renovar o estado de emergência apenas por uma semana, mas garantiu que essa opção não é por razões eleitorais. Ou seja, não é por causa do calendário das eleições presidenciais, cuja campanha oficial começa a 11 de janeiro.

O Chefe do Estado Português justificou a medida com as indicações dadas pelos especialistas, segundo os quais não será possível perceber já no início da próxima semana os efeitos que teve o desconfinamento parcial do período do Natal. Segundo o Presidente, só na reunião com especialistas de dia 12 é que será possível ter noção desses efeitos e tomar decisões. Por isso, prefere manter por uma semana as medidas em vigor.

Covid-19. EUA registam 2.237 mortos e 277.346 casos em 24 horas

País contabiliza agora 20.381.349 casos e 349.920 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia

Os Estados Unidos registaram 2.237 mortos e 277.346 infetados com o novo coronavírus em 24 horas, segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

O País contabiliza agora 20.381.349 casos e 349.920 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia.

O fato de ter superados os 20 milhões de casos no sábado implica que os EUA duplicaram o número total de infetados em menos dois meses, já que os dez milhões de contágios tinham sido alcançados a 9 de novembro.

Um dado que ilustra a gravidade da situação no País, que em dezembro registou vários recordes diários no número de mortes por Covid-19.

O estado de Nova Iorque continua a ser o mais duramente atingido pela pandemia com 38.243 mortes, seguindo-se o Texas com 28.597.

Os Estados Unidos são o País com mais mortos e também com mais casos de infeção confirmados.