Trump considera que está a ser vítima de um golpe de Estado

Esta afirmação de Trump culmina uma série de ataques generalizados que tem feito nos últimos dias à oposição democrata

O Presidente Norte-americano, Donald Trump, considerou, na noite de terça-feira, que o processo de destituição que o ameaça é um golpe de Estado.

Na rede social Twitter, Trump escreveu: “Cheguei à conclusão que o que está em vias de ocorrer não é um ‘impeachment’ – destituição. É um GOLPE DE ESTADO”.

Esta afirmação de Trump culmina uma série de ataques generalizados que tem feito nos últimos dias à oposição democrata.

Bebé de dois anos morre fechada no carro. Mãe deixou-a para ir beber

A mulher deixou o aquecimento ligado e tapou a filha com um cobertor. A bebé ficou cinco horas fechada no carro

Uma bebé de dois anos morreu fechada no interior de um carro, depois de a mãe a ter deixado no veículo durante cinco horas para ir beber, segundo o New York Post. De acordo com o médico legista de LA County, June Love Augusto foi encontrada inconsciente nas primeiras horas do dia 22 de setembro.

A mãe da criança admitiu às autoridades que no final da noite anterior tinha-a deixado fechada no carro e foi beber com um amigo no interior de outra viatura que estava ali perto.

Antes de deixar a filha de dois anos, ligou o aquecimento e tapou-a com um cobertor por causa das temperaturas mais baixas à noite.

A mulher acabou por adormecer no outro carro e só voltou a ver como estava a filha cerca de cinco horas depois. June já estava inconsciente nessa altura.

A bebé tinha vomitado e sofreu queimaduras devido à subida da temperatura no interior do carro. A mãe ligou para os meios da emergência. A criança ainda foi levada para o hospital, mas morreu no dia seguinte.

A mãe de June não foi detida. E esta não foi a primeira vez que teve um comportamento negligente com um filho. Em 2013, perdeu a custódia de uma criança que tinha então 3 anos, depois de ser detida na posse de cocaína com intenção de vender.

Guiné-Bissau tem problemas “enraizados de fraca governação e corrupção”

Quem é diz é o FMI, sublinhando que a Guiné-Bissau precisa de uma estratégia de anticorrupção e de combate à lavagem de dinheiro

O Fundo Monetário Internacional considerou hoje que a Guiné-Bissau tem problemas “profundamente enraizados” de fraca governação e corrupção e que é preciso desenvolver uma estratégia nacional anticorrupção e de combate à lavagem de dinheiro, refere Concha Verdugo-Yepes, que liderou uma equipa do FMI que esteve em Bissau desde 18 de setembro até hoje para fazer uma avaliação às vulnerabilidades da governação no País.

Durante a sua estada em Bissau, a equipa do FMI reuniu-se com as autoridades políticas, representantes da comunidade internacional, sociedade civil e setor privado para fazer um diagnóstico preliminar às fraquezas de fiscalidade, regulação de mercado e combate à corrupção e branqueamento de capitais.

A missão do FMI teve como principais objetivos avaliar a natureza e a gravidade das vulnerabilidades de governação na Guiné-Bissau, na perspetiva da governação fiscal e da legislação, incluindo anticorrupção, lei de branqueamento de capitais e Estado de Direito.

No âmbito da missão, o FMI fará recomendações para melhorar a governação fiscal e a legislação e para ser definida uma estratégia a médio prazo para ser concedido um “potencial programa financiado” pela organização financeira.

A missão dará uma especial ênfase ao combate à corrupção, nomeadamente através da identificação das principais ameaças e debilidades, tipos de corrupção e prioridades no seu combate.

Com Agência Lusa

Edil de Assomada confirma andamento das obras em Palha Carga e Boa Entradinha

Duas grandes empreitadas estão em curso nas duas comunidades do interior de Santa Catarina. Durante os 16 meses das obras, vários postos de emprego são criados

O Presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina de Santiago, Beto Alves, visitou ontem, segunda-feira, as obras em curso nas estradas de Palha Carga e Boa Entradinha, para confirmar a dinâmica das mesmas. As duas empreitadas têm um prazo de construção de 16 meses.

No terreno, o Edil e sua equipa Camarária confirmou o bom andamento das obras e as dinâmicas na criação de emprego nas diferentes comunidades.

As duas obras têm por finalidade melhorar as acessibilidades às respetivas comunidades, potenciar o desenvolvimento da agropecuária, através da melhoria das condições de tráfego e distribuição de produtos.

A estrada de Palha Carga, tem um orçamento na ordem dos 161 mil contos, e contempla uma extensão de 10 quilómetros, ao passo que Boa Entradinha que vai ligar a Bolanha representa um investimento de cerca de 332 milhões de escudos. A sua extensão é de 12,2 quilómetros.

Ações da CVA a emigrantes já estão à venda

Até 17 de dezembro as ações podem ser adquiridas junto de qualquer banco comercial do País, onde o emigrante tiver a sua conta domiciliada

É mais uma etapa do processo de privatização da Companhia de Bandeira. Depois do parceiro estratégico e trabalhadores, agora são os emigrantes a acederem a ações da Cabo Verde Airlines.

O Governo acaba de anunciar a operação que visa vender 74.650 ações ordinárias, escriturais e nominativas, que representam 7.465% do Capital Social da transportadora aérea nacional, agora denominada Cabo Verde Airlines, CVA.

Estas ações são dedicadas exclusivamente aos emigrantes. Dias atrás foram vendidas ações a trabalhadores da Companhia.

Recorda-se que a 1 de março último, data da privatização da Companhia de Bandeira, o Governo vendeu 51% das ações ao parceiro estratégico, a Loftleidir Icelandic EHF, que detém a Lofleidir Cabo Verde.

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“Casa dos Avós” será uma realidade na ilha do Sal

Esta é uma garantia dada, ao OPAÍS.cv, pelo Vereador pela área da Ação Social, que afirma que a casa terá mais de cinco quartos “amplos” e outros espaços de lazer, num investimento de cerca de sete mil contos

A ilha do Sal vai dentro em breve contar com uma casa de acolhimento de idosos, denominada de “Casa dos Avós”.

Segundo o Vereador Jucelino Cardoso, a casa encontra-se já em construção, e deve ser entregue dentro em breve à Sociedade, já que se encontra numa “fase avançada”.

A “Casa dos Avós” terá, diz o Vereador responsável pela pasta da Ação Social, da Autarquia Salense, uns cinco a seis quartos amplos, cada um deverá alojar quatro idosos, sala de estar, espaço para plantação hortícolas, espaços de lazer, entre outros.

Orçado em cerca sete mil contos, parte do espaço recebeu uma reabilitação e a outra recebeu uma construção nova.

Este projeto, diz o Vereador, está a ser bem aceite na Sociedade, que há muito tempo vem reclamando de algo do tipo.

O aumento demográfico registado na ilha, devido ao fluxo migratório, diariamente, veio antecipar a ideia da Câmara Municipal do Sal.

“Com o hub aéreo muitos dos trabalhadores enviados para a ilha do Sal, vem acompanhados dos seus idosos e precisam de um lugar como este para os deixar e ter um envelhecimento saudável. Na ‘Casa dos Avós’- têm todos os cuidados”, afirma.

Dia do Idoso

Com cerca de 3% da população idosa, segundo os últimos dados do INE, a ilha do Sal tem “apostado” no futuro dos idosos.

Hoje, primeiro de outubro, comemora-se o Dia Internacional da Terceira Idade, e na ilha turística, a Câmara tem em curso um leque de atividades para celebrar a efeméride.

Cerca de 90 idosos oriundos de vários pontos da ilha estão reunidos num restaurante na localidade de Pedra de Lume, para um dia de convívio.

A atividade organizada em parceria com o Centro de Dia, se insere também no Plano anual de atividades do Setor de Ação Social para valorizar a pessoa idosa e criar condições para melhor bem-estar da Terceira Idade na ilha.

Ainda de lembrar que o dia foi instituído em 1991 pela ONU, visando sensibilizar a Sociedade para as questões ligadas ao envelhecimento e à necessidade de proteger e cuidar da população idosa.

De realçar que a Câmara tem uma política direcionada aos idosos, como assistência médica e medicamentosa, cestas básicas, visita domiciliária com médicos, com viaturas clínicas, entre outros.

“Temos um Plano que responde lá no fundo todas as necessidades dos idosos da ilha do Sal”, observou o Vereador.

Zé Luís entre os convocados para dois amistosos de Cabo Verde

Depois de dois anos de ausência o avançado do FCP, que atravessa bom momento nos Azuis e Brancos, volta a ser convocado à Seleção Nacional

Zé Luís regressa aos convocados de Cabo Verde depois de dois anos de ausência. O internacional Cabo-verdiano foi convocado por Rui Águas para os dois amistoso da Seleção Nacional.

Os Tubarões Azuis têm agendado para o dia 10 o jogo contra o Togo e no dia 13 contra um adversário ainda não divulgado, em Marselha, França.

O avançado do FC Porto soma 17 internacionalizações, marcou dois golos pelos Tubarões Azuis e há dois anos que não era convocado para representar a seleção, jogou pela última vez em junho de 2017.

O culto da “nomenklatura”

“É melhor tentar e falhar que ocupar-se em ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que nada fazer. Eu prefiro caminhar na chuva a, em dias tristes, me esconder em casa. Prefiro ser feliz, embora louco, a viver em conformidade. Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização. Mesmo se eu soubesse que amanhã o mundo se partiria em pedaços, eu ainda plantaria a minha macieira. O ódio paralisa a vida; o amor a desata. O ódio confunde a vida; o amor a harmoniza. O ódio escurece a vida; o amor a ilumina. O amor é a única força capaz de transformar um inimigo num amigo…”  Martin Luther King

Parece existir na cabeça de muitos a ideia de que há gente que já nasce para ser qualquer coisa, e há a que já vem marcada para não ser nada.

Subjacente a essa forma de pensar estaria uma espécie de segregação, parecida com organização em castas, em que segmentos da sociedade são considerados aptos e não aptos para determinadas missões, em função de uma falsa condição metacultural e não em resultado do trabalho e da capacidade demonstrado.

Essa estratificação acontece de forma expressa em determinadas sociedades, como a indiana tradicional, onde as regras são claras: há os que nascem para ser dirigentes (por exemplo os herdeiros das virtudes de brahmas) e outros que são predestinados a serem serviçais, caso dos dalits).

Pelo menos, nessas sociedades as regras são claras, e não se discute aqui a sua bondade e o seu impacto na organização social e na reprodução das desigualdades. O que se destaca aqui, nesses tipos de sociedade, é que o mérito intrínseco da pessoa não conta para nada, o que conta, na realidade, é a sua origem social, fato que lhe confere um status maior ou menor, independentemente do que é ou tenha feito. Ou seja: nessas sociedades aqueles que nasceram para ser serviçais, por mais que tentem, empenhem e lutem não passarão de simples ajudantes.

Esta é a triste sina e uma estranha condição daqueles que fatalmente não se libertarão da lei da morte, já que as portas de ascensão social lhes estão vedadas por razões históricas e culturais, cuja existência se fica a dever ao ritualismo impostos por dominadores de ocasião e de circunstância.

Entre nós existe uma ideia difusa que prevalece na mente de alguns setores de que há gente que nasce predestinada. Essa ideia enraizada faz com que os mesmos estejam prontos para fazer a defesa acesa desses supostos eleitos, em nome daqueles que julgam fazer parte dessa elite. Serão geralmente os nossos “dálits assimilados” a fazer este papel que, em regra, se traduz em endeusamento e na promoção do culto dos nossos herdeiros de “brahmas”.

Na política essa transmutação dos “dalits” é mais evidente. Fazem tudo, às vezes, até o impossível, para agradar o seu senhor predestinado. Mesmo quando estão cientes de que o seu senhor não tem hipóteses, que não tem a salvação possível. Fingem que não sabem, que não veem e que não ouvem nada, absolutamente nada do que é produzido e divulgado fora do seu circulo, sobretudo quando o que sai para fora não seja do seu agrado.

Os assimilados da nomenclatura não só louvam o seu eleito, mas combatem todos os que ousam desafiar o status quo. Lançam mimos, apoucam e rotulam aqueles que desafiam os seus senhores, chamando-lhes de entes menores, como se não fossem cidadãos.

Não seria um caso espantoso, se essas ações fossem despoletadas por aqueles que se julgam superiores. O problema é que esse “trabalhinho sujo” é feito por assimilados da cultura de nomenclatura, e eles sabem e conhecem a sua situação de que não passam de simples serviçais na ótica dos seus senhores. É este o drama dos assimilados: são pretos, mas odeiam os pretos, amam e vivem para os brancos, mas não são e nunca serão brancos.

Historicamente, a ascensão social das classes mais desfavorecidas se deu através de lutas, quer no plano de classe quer no da cultura e da política.

Até se alcançar o direito a um homem um voto, por exemplo nos Estados Unidos da América, foi preciso fazer-se uma grande caminhada, às vezes com muitos escombros no percurso. Para se chegar lá foram precisos homens e mulheres de coragem e determinação como Rosa Parks, Martin Luther King, Malcom X, Thurgood Marshall, Huey Newton e Bobby Seale e muitos outros, e alguns deles, tiveram que pagar com a própria vida o preço da ousadia de lutar por direitos iguais.

Rosa Parks, a costureira negra, ficou com o seu nome gravado para a história quando a 1º de dezembro de 1955, na cidade de Montgomery, no Alabama, ela se recusou a levantar para que um branco se sentasse em seu lugar no autocarro, tendo sido presa, julgada e condenada por isto.

Na mesma linha da rebeldia contra a ordem estabelecida, o estudante negro James Meredith, no dia 1º de outubro de 1962, decide tentar matricular-se na Universidade do Mississippi, mas foi impedido, com base no princípio de segregação racial. Foi preciso o Presidente John Kennedy enviar cerca de 5 mil guardas nacionais para garantir a sua inscrição.

A marcha sobre Washington em 1963, liderada por Martin Luther King foi o ponto alto da contestação e da reivindicação dos direitos civis por parte da população negra. A marcha mobilizou um quarto de milhão de pessoas, provenientes de praticamente todos os cantos da América, integrando negros, mas também brancos que apoiavam o fim da segregação racial.

Pois, é com este pano de fundo que a 2 de julho de 1964, o Presidente Lyndon Johnson assinou a Lei dos Direitos Civis, proibindo a discriminação racial, e para fechar o ciclo, a 10 de agosto de 1965, o Congresso aprovou a Lei de Direito ao Voto.

Ora, sem a luta travada por Rosa Parks, Martin Luther King, Malcom X, Thurgood Marshall, Huey Newton e Bobby Seale, não seria possível eleger-se em 2008, 45 anos depois do discurso “I have dream” de Luther King, um negro na presidência dos Estados Unidos da América.

Barack Obama teve de enfrentar, na disputa presidencial, uma grande figura da América e um combatente da guerra de Vietname, o Senador John Mc’Cain. Barack Obama ousou e venceu, dando cabal expressão aquele dito de que a sorte acompanha os audazes.

Toda esta incursão pela história americana tem o fito de mostrar que, contrariamente a ideia de predestinação, só triunfam àqueles que ousam desafiar a ordem estabelecida. Os fracos, os assimilados, os resignados e conformistas nunca saem do conforto do “eu não”, “não nasci para isso”, “não tenho hipóteses”, “aquele é atrevido”, “não é lugar para ele”.

Como nos ensina de forma magistral o Luther King: “É melhor tentar e falhar que ocupar-se em ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que nada fazer”. O que temos de fazer depende de nós, da nossa vontade, da nossa coragem e da nossa convicção; não devemos deixar-nos condicionar pelos assimilados agoirentos que tudo fazem para nos convencer que nós não temos perfil, que não temos curriculum nem tarimba ou que esse lugar não é para a gente.

O preto Obama desafiou e venceu o clã Clinton para a nomeação democrata, mesmo tendo em conta o poderio e manancial de meios e influência da família Clinton.

Para os que queiram ter sucesso e mudar o que parece impossível, tem aqui a receita do Obama: começou com YES, WE CAN; passou-se para YES, WE NEED; e terminou com YES, WE DID.

Precisamos quebrar certos mitos e tabus, em nome da verdade histórica, mas também em nome da saúde de nossa democracia.

Sim, é necessário!

Fundação “Sima Júlia” vai atender idosos e crianças de São Lourenço Órgãos

Uma sede da Fundação, criada em 2018, é inaugurada esta terça-feira, 1, Dia Mundial da Terceira Idade. A Associação ambiciona chegar e atender todos os idosos do Concelho que em número, ascende pouco mais de 700

A Fundação foi criada em 2018 e a sua primeira sede é inaugurada hoje em São Lourenço dos Órgãos. A abertura nesse Município da ilha de Santiago é uma resposta a solicitações da própria população que quer homenagear e perpetuar o legado de Maria Júlia Mascarenhas, uma senhora que dedicou “toda a sua vida” a causas sociais, como a terceira idade, saúde e religião.

“Sima Júlia” significa “igual a Júlia”, a junção dos nomes do marido e da esposa Simão e Júlia.

A Fundação através da qual filhos e um grupo de pessoas querem dar assistência e respostas às necessidades das pessoas da terceira idade, crianças, pessoas mais vulneráveis, com deficiência e outras carências. “Foi sempre este legado de Maria Júlia. Ajudar os que mais precisam sem olhar a quem com pequenas coisas, como carinho, afeto, atenção, conversa e respeito”, sublinha Teresa Mascarenhas, para quem será, também, esta uma oportunidade para sensibilizar a comunidade sobre os cuidados a ter para com as pessoas nestas duas fases importantes da vida que é a da infância e a da terceira idade. “É preciso que as pessoas entendam que o envelhecimento é um processo natural, que deve ser aceite da melhor forma possível e quem lida com os idosos tem que saber, de fato, o que é a terceira idade, porque a só podemos ter uma vida digna se tivermos um envelhecimento digno. Senão, é frustrante, penoso, injurioso e complicado”, refere.

Todo o trabalho da Fundação, explica a filha e promotora da iniciativa, Teresa Mascarenhas, será realizado, pontualmente, nas comunidades com atividades físicas, culturais, pedagógicas, lúdicas, de convívio e com cuidados ao nível da saúde.

Depois de São Lourenço dos Órgãos, “Sima Júlia” deverá chegar, daqui a alguns anos, a Santa Catarina, também na ilha de Santiago para proporcionar um envelhecimento mais ativo aos idosos.

CR7 já pensa em pendurar as chuteiras

Internacional Português a militar na Juventudes de Itália já pensa em deixar o futebol para se dedicar a negócios onde ambiciona ser o “número 1”

A notícia de que Cristiano Ronaldo já pensa em deixar o futebol profissional está a ser manchete nesta terça-feira.

O internacional Português, segundo escreve o SPORTbible, citado por outros Órgãos, equaciona deixar o futebol para abraçar a vida de negócios, onde a ambição é ser “número 1”.

O camisola 7 da Seleção Lusa e da Juventus, não descarta deixar o futebol dentro de dois anos, quando terminar o contrato com o clube Italiano.

“Continuo a adorar o futebol. Adoro entreter os adeptos e as pessoas que amam o Cristiano. Nos últimos cinco anos, comecei a gostar deste processo de me ver fora do futebol, por isso, quem sabe o que acontecerá no próximo ano ou dois?”, questionou CR7 que refere não ser “obcecado pelo treino” mas sim “pelo sucesso”, o que conforme frisa “é completamente diferente”.

A estrela do futebol mundial recorda que foram precisos “muitos anos” de trabalho duro, dedicação e paixão para atingir o sucesso no futebol. “Fora do futebol, ainda não estou nesse patamar, mas sou um homem competitivo e não gosto de ser o número dois ou o número três. Quero sempre ser o número um. E vou fazê-lo, 100%”, indicou com convicção.