Posição é do Primeiro-Ministro, ao justificar o novo aval do Estado à TACV no valor de 250 milhões de Escudos
O Governo concedeu um aval de 250 milhões de Escudos à TACV, após a empresa recorrer a um empréstimo, para apoio à sua tesouraria, permitindo a continuidade das operações e atividades previstas para o corrente ano de 2022.
O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, que falava ontem, 5, à Imprensa, à margem da cerimónia de abertura do fórum sobre qualidade de formação técnica e profissional, justificou este aval com a necessidade de se criar condições para que a empresa continue a funcionar, tendo ressaltado que neste momento, ou o Governo fecha a empresa e liquida a companhia, ou cria condições para que a empresa continue a funcionar.
UCS realçou que assim como várias companhias do Mundo, “ainda estamos a sofrer” com as consequências da pandemia, que segundo o mesmo, “foram extremamente impactantes” nos transportes aéreos, e sublinhou que muitos governos injetaram milhões de Euros para sustentar as suas companhias aéreas.
Para além deste aval, o Governo já tinha concedido, em fevereiro, um outro aval para um empréstimo de 1,5 milhão de Euros à mesma empresa, face às “necessidades de emergência”, como o pagamento de salários.



O que acontece é que este Governo não quer , nesta legislatura, declarar a falência dos TACV. Desta forma gasta o dinheiro que Cabo Verde não tem. Este dinheiro destina se a pagar pilotos que há anos não voam e idem pessoal de cabine. O Governo tem de decidir.
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