Novo barco da CVI vai chamar-se Dona Tututa

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Falecida pianista da Ilha do Sal e de São Vicente vai emprestar nome à embarcação que tem chegada prevista no Porto Grande de Mindelo para as próximas semanas

O novo barco da Cabo Verde Interilhas, prestes a chegar ao País, já tem nome: chama-se Dona Tututa.

É uma homenagem à falecida pianista, nascida em São Vicente mas que adotou o Sal como sua Ilha.

O barco que deve entrar na rota de São Vicente, São Nicolau, Sal e Boa Vista, deve iniciar a vigem do Seixal para Mindelo nos próximos dias, devendo depois ser submetido aos necessários testes e certificação pela autoridades marítimas nacionais.

O referido navio tem 69 metros de comprimento, com capacidade para transportar 200 passageiros, 43 viaturas ou 11 atrelados de 15 metros. O investimento é na ordem dos 4 milhões de Euros.

4 COMENTÁRIOS

  1. Dona Tututa não é natural do Sal, mas sim de S.Vicente, onde aprendeu a tocar piano, vivia no Sal depois de casada, onde os seus filhos nasceram penso eu, salvo o erro.

  2. Permitam-me corrigir.
    A Dona Tututa é uma notória figura do nosso país, que nos orgulha a todos, seja ela natural da Brava do Maio ou de qualquer outra ilha. E na verdade ela é de todos e de todas as ilhas, independentemente do seu local de nascimento.
    No entanto tenho reparado que as notícias sempre fazem referência a ela como sendo natural da ilha do Sal.
    Isto efetivamente é um erro.
    A Dona Tututa é natural de S.Vicente onde nasceu, cresceu, fez a vida, trabalhou e tocou muito.
    Já mulher adulta, foi transferida para a ilha do Sal onde residiu o resto da sua vida.
    Trajetória semelhante aconteceu com o Luis Rendall (Sãovicentino nascido, criado e vivido e que já como profissional adulto foi transferido para a Boavista mas, que é também noticiado como sendo natural da Boavista.
    Se essas mudanças de residência e de ilha tivessem acontecido ainda na tenra infância, tal como aconteceu por exemplo com António Henrique Pinto (Toi cabecinha) que nasceu em S.Nicolau (e não no Sal como se tem noticiado), tendo mudado para S.Vicente com menos de um ano de idade e por isso o próprio se considerar um mindelense de gema, ou com Manel d’Noves que mudou-se de Santo Antão para S.Vicente com apenas nove anos, poderia-se compreender melhor este tipo de enganos porém, desta forma, tão persistente, deverá haver alguma razão que nós não conseguimos vislumbrar.
    Será que este tipo de notícias supostamente oficiais e fiáveis (não se tratam de redes sociais) se assenta sobre a máxima: “uma mentira repetida várias vezes, acaba por se tornar uma verdade”?

  3. Que ignorância, El País: Tututa, de verdadeiro nome Epifania Évora foi nada e criada em São Vicente, onde aprendeu a tocar piano desde menina e começou a sua carreira artistica. Só mais tarde mudou-se para a ilha do Sal, por motivos familiares.

  4. Informe-se melhor, Dona Tututa não era natural da ilha do Sal, mas sim de São Vicente.
    Adoptou a ilha do Sal por lá ter vivido a maior parte da sua vida e onde nasceram os seus filhos, julgo eu.

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