Novo Governo da Guiné-Bissau tomou posse

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Executivo liderado por Geraldo Martins integra 19 Ministérios e 15 Secretarias de Estado

Resultado das eleições Legislativas antecipadas de 4 de julho, vencidas pela coligação PAI Terra Ranka, o novo Governo da Guiné-Bissau já foi investido em funções, integrando19 Ministérios e 15 Secretarias de Estados.

O PAIGC tutela 13 Ministérios, incluindo a Diplomacia, Interior e Economia e Finanças, o PRS 4, com destaque para Defesa Nacional, o PTG e a UM 1 cada.

Na posse do novo Executivo, o Chefe do Governo acentuou que o mandato é d 4 anos, pelo que nesse horizonte temporal as promessas devem ser cumpridas.

“Este será um Governo de legislatura, um Governo para 4 anos e, portanto, todas as promessas eleitorais que foram feitas devem ser cumpridas”, afirmou.

Geraldo Martins adianta que os Bissau-guineenses “podem esperar” um Governo que vai tentar resolver os seus problemas, dizendo conhecer as expetativas e preocupações das populações.

A comercialização da castanha do caju, o controle dos preços dos produtos de primeira necessidade, escolas públicas a funcionar normalmente, prestação dos serviços de saúde, alargamento do fornecimento de água potável, energia elétrica nas principais localidades e onde seja possível são o “foco” da governação da coligação nos primeiros seis meses de mandato, indicou Martins.

O programa de governação vai ser levado para aprovação no Parlamento nacional, e segundo o PM o referido programa será baseado no plano estratégico e operacional Terra Ranka e no próprio programa eleitoral da coligação PAI-Terra Ranka, abrangendo 6 eixos, quais sejam reforma e modernização do Estado, crescimento económico e redução da pobreza, relançamento do setor produtivo e a infraestruturação do País, valorização dos recursos humanos, política externa e preservação da biodiversidade.

“Todos estes eixos vão agora ser transpostos no programa do Governo com medidas detalhadas e um cronograma de execução”, adiantou.

A coligação fez um acordo de incidência parlamentar, e aos 54 Deputados conseguido nas urnas, acresce mais 18, ficando com uma confortável maioria de 72 Deputados, num Parlamento de 102 lugares.