O sr. José António dos Reis e alguns apoiantes seus (POUCO SÉRIOS, que tentam, sob as vestes de juristas, inventar FACTÓIDES para desinformar) estão, desajeitadamente, a tentar ENGANAR os cabo-verdianos, envergando, por aí, farisaicamente, a capa de “vítimas” de supostos insultos.
Não vos fica bem, todavia.
Querem reeditar o “pensar-crime” de George Orwell?
Ora, isso é puro fingimento e…MENTIRA.
Ninguém insultou o JAR. Em nenhum momento.
Só REPRODUZI, da minha parte, aquilo que o sr. José António dos Reis escreveu no jornal A Nação. Mais nada.
O artigo de opinião é dele! Só dele. Percebem?
O fulano não gosta é de ser exposto e escrutinado!
Quer exibir qualidades que manifestamente não possui.
É por isso que está incomodado. Porque tem “culpa no cartório”.
A atitude dele, JAR, pôs em causa, sim, o Estado de direito democrático em Cabo Verde, de forma grave e lamentável, mandando buscar, enquanto Ministro de um anterior Governo, presos na cadeia que, depois, foram interrogados pelo justiceiro dos Reis, no seu próprio gabinete ministerial, com escuta/gravação das conversas e tudo, segundo CONFESSOU, expressamente, no tal artigo publicado no jornal A Nação!!!
Que absurdo!
É um facto indesmentível.
Isso é inconcebível e configura uma gravíssima violação do princípio da separação dos poderes, etc., etc..
Assim sendo, o ora “comentador” José António NÃO TEM nenhuma credibilidade, ou autorictas, repito, para dar lições nesta matéria.
Nem aqui nem tampouco na Patagónia.
O artigo de opinião é público, e traz o nome e a fotografia do sr. JAR.
É de 2014 e tenho uma cópia na minha posse, que aliás distribuí por alguns amigos e posso também partilhar, a qualquer momento, no Facebook ou nalgum jornal de circulação nacional.
O senhor quer, agora, proibir e impedir que as pessoas tenham a inalienável LIBERDADE DE EXPRESSÃO?
Quer impedir-nos de DIZER A VERDADE?
Quer pôr, mais uma vez, a nossa democracia constitucional em “lockdown”?
Acha que estamos na Venezuela ou na Rússia de Putin?
Vai passear, ó criatura!
Ps: ESPERTALHÃO, esclareça-se, é alguém que se acha muito esperto e sagaz; alguém que usa métodos pouco recomendáveis e ardilosos, ilegais, como vossa excelência fez no triste episódio relatado, ao pormenor, no SEU artigo de opinião de 2014.


