O novo PRAVDA cabo-verdiano ao serviço de um PR que arranja salários inconstitucionais para as namoradas

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Já vimos que o PAICV e os seus asseclas estão completamente desesperados e querem, a todo o custo, perseguir e “manchar” a candidatura presidencial de Casimiro de Pina. Debalde!

Há dias, de forma atabalhoada e PIDESCA, mandaram um serviçal qualquer lançar mentiras, desinformação e peçonha nas redes sociais.

NÃO SURTIU NENHUM EFEITO, a não ser o Processo-Crime que o fulano terá brevemente e nos termos rigorosos do Estado de direito democrático.

Agora vem o Santiago Magazine, useiro e vezeiro em manobras maquiavélicas e à moda do Ancien Régime, tentar enlamear os outros.

O que provaram, afinal, com tão miserável exercício?

Rigorosamente nada.

Não houve o mais leve sinal de ilegalidade e ilicitude. Nada.

Os criticastros falharam.

Basta ler o textinho, de mal cerzida argumentação, para se perceber a mesquinhez dessa gente e a sua terrível veia totalitária.

Aliás, acabam por confirmar, a contragosto, que TUDO seguiu os trâmites legais!

Meus senhores, tomem urgentemente nota disto: Casimiro de Pina é um Profissional Liberal.

Não é, pois, um jornaleco qualquer que vai fixar o preço do meu trabalho e das minhas consultorias jurídicas.

Sou um Jurista/Consultor de categoria, com mais de duas décadas de experiência, autor de vários trabalhos científicos & livros publicados em Cabo Verde e no estrangeiro (Portugal, Brasil, Macau).

Obviamente, os trabalhos que faço são de alta qualidade. Comprovadamente.

Já fiz, aliás com a devida aprovação dos órgãos de soberania deste país, leis de grande relevância e que honram a tradição jurídica cabo-verdiana. Na linha da densificação do Estado constitucional.

Informem-se por favor.

Eu não faço “trabalhos políticos sujos” por 10 ou 20 contos. Não!

O meu TABLEAU DE BORD é, para vosso desnorte, de outro quilate.

Estudo afincadamente durante meses e meses e faço, depois, trabalhos de fino recorte. Só para vossa informação, o último trabalho que fiz para a Assembleia levou-me MAIS DE UM ANO de esforço, criatividade, estudos, reflexões e noites perdidas.

Trata-se, já agora, de um profundo, fundamentado e finíssimo PROJECTO DE REVISÃO CONSTITUCIONAL, que irá, se for bem aproveitado, sintonizar a Constituição cabo-verdiana, a nossa lei fundamental, com as exigências do século XXI, corrigindo outrossim, com apurada argúcia, alguns dos seus defeitos normativos, por mim laboriosamente identificados.

É um serviço público valioso.

O trabalho que fiz custaria, fosse feito num país da Europa ou na América, seguramente 10 ou 20 mil contos, no mínimo.

Vejam bem.

Só a revisão de um Código cabo-verdiano custou recentemente cerca de 70 mil contos.

Um simples e relativamente fácil, em termos de elaboração técnica, Plano de Carreiras de um Ministério qualquer custa 10 mil contos ao Estado de Cabo Verde (dados oficiais divulgados).

Acham que a REVISÃO CONSTITUCIONAL deve ser feita a preço de banana?! Sejam sérios!

Eu, enquanto Consultor, não sou responsável por detalhes procedimentais, a cargo, naturalmente, da entidade adjudicante (e dos seus técnicos de apoio) que me solicita um determinado serviço jurídico.

Os esclarecimentos necessários já foram, de resto, prestados por quem de direito, como se costuma dizer. E com a devida clareza.

Não houve NENHUMA FALHA e tudo foi feito de forma legal e transparente, no âmbito da estrita AUTONOMIA da entidade contratante.

Não vale a pena, por tudo isso, o pessoal do Santiago Magazine insistir na vulgar intriga e na LÓGICA DE BOTEQUIM, do tipo “onde está o caderno de encargos, com a indicação do produto e das suas características”?

A Assembleia (e particularmente a entidade adjudicante, que goza, repito, de AUTONOMIA nos termos da Lei) não queria, neste caso concreto, comprar batatas, azulejos ou cimento por intermédio de Casimiro de Pina, mas sim OBTER UM SERVIÇO INTELECTUAL de acrescida dificuldade e exigência, acerca, diga-se, da Carta Magna desta República.

Só uma pessoa imbuída de extrema má-fé, ou ignorância, é que não compreende a especificidade do trabalho em questão!

O “caderno de encargos” era precisamente, em síntese, fazer um projecto de revisão constitucional, o que exige perícia, raciocínio complexo, pesquisas densas e reflexões de pormenor, investimento sério em livros, ensaios e artigos pertinentes, muito tempo disponível e, claro está, elevada qualidade de escrita e conhecimentos multidisciplinares.

Ora, só um jurista sénior, que saiba efectivamente PENSAR e tenha um estilo evoluído, consegue fazer isso.

Os senhores praticam um verdadeiro “jornalismo de investigação”?

Cabo Verde é um país pequeno e todos sabemos quem é quem.

Tentem então investigar e DIVULGAR também, com imparcialidade, os trabalhos (por vezes deficientes e remendados à pressa) que alguns juristas da área do PAICV prestam ao MpD e à actual situação.

As reflexões de Casimiro de Pina e os trabalhos que faço estão num nível indiscutivelmente superior.

E isso prova-se mui facilmente!

Santiago Magazine quer arranjar desabridamente um equivalente do sr. José Maria Neves.

Desenganem-se! Não vão conseguir.

EU NÃO ROUBO DINHEIRO PÚBLICO.

Não tenho casas nos bairros de luxo da Praia ou de Lisboa à custa do erário público e, injustificadamente, dos pobres contribuintes cabo-verdianos.

Nunca amealhei, por outro lado, MILHÕES de contos das empreitadas de fachada, de fundos públicos, novos bancos ou “anéis rodoviários”, oops, que fazem lembrar, nas suas infinitas peripécias, as sortidas fábulas de outrora!

E não pratico, jamais, CRIMES contra o Estado de direito democrático. Ou contra a Constituição da República.

Os Piratas das Caraíbas estão, pois, definitivamente do outro lado!…

3 COMENTÁRIOS

  1. O jurista Casimiro de Pina é de facto OUTRO NÍVEL.
    Não sei como é que certas pessoas têm a coragem de se meterem com ele.

    • Pode crer, Caro António Graça, quando vi a noticia no Santiago Magazine disse a mim mesmo, o troco virá, ….

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