O PAICV instiga os pobres a saírem à rua, para fazerem uma revolução?

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Por várias vezes, tenho estado a chamar a atenção dos perigos e situações que o Paicv pode causar à esta OBRA-GIGANTE, que é salvar vidas.

Todavia, pouca gente está a levar a sério essa ameaça.

Alguns dirigentes do Paicv estão de cabeça perdida e isto pode os levar a cometer várias loucuras.

Noventa e nove por cento de cabo-verdianos pede a união. Nós também queremos a união. Mas, desconhecem o que esses dirigentes andam a fazer.

Indo directamente ao assunto.

Ontem um dirigente do Paicv, com o nome de Samilo Moreira assinou um artigo, que está publicado na sua página de Facebook.

O artigo foi feito por um grupo de dirigentes, mas coube ao Samilo Moreira assiná-lo, pois ele agora caiu nas graças e simpatias da líder.

O artigo ataca frontal e desdenhosamente todas as medidas, mas todas as medidas tomadas pelo governo até agora, no combate ao coronavírus.

Tudo o que é feito pelo governo está errado.

Como o artigo é longo, não vou poder enunciar todos os ataques que foram feitos. Apenas vou referir a alguns deles.

Praticamente põe em causa todas as medidas do governo e diz que elas não vão ser cumpridas. No fundo, são promessas falsas.

Chega a gozar e dizer que o governo devia criar um “método de guerrilha”, para ter acesso às pessoas vulneráveis e aos trabalhadores, porque o governo não sabe onde eles estão, que maioria não têm contas bancárias, nem endereços, portanto, que o governo não vai dar-lhes apoio nenhum.

Que o mesmo vai acontecer com o apoio alimentar.

Levam ao tapete todas as medidas anunciadas até agora. O artigo é de um pessimismo e radicalismo impressionante, o que, aliás, é a característica marcante desta direcção do Paicv.

Para não alongar muito, o artigo termina com essa ameaça:

“Ou o Governo terá que disponibilizar pelos menos 1 milhão de contos e fazer chegar atempadamente às famílias, ou teremos a tensão social”.

O que significa que teremos uma revolução social.

Procurem ler o artigo e levem a sério as ameaças e façam a correlação com o que se está a passar na vida real, concretamente com a iniciativa dos vendedores ambulantes.

É este o momento?

4 COMENTÁRIOS

  1. Caro Dr.
    Não é só em artigos. Na véspera da declaração do estado de emergência um alto diregente do PAICV em São Salvador do Mundo apareceu numa pracinha local tentando convencer quatro indivíduos que Corona vírus é obra de MPD. Ele estava aparentemente com alguns copos, mas… enfim.

  2. Realmente congratulo com as medidas do governo, que a meu ver, deveriam ser mais severas, sobretudo no que toca à imposição da liberdade de circulação, mas é necessário que sejamos ligeiros com as medidas.
    A opinião de quem tem pão é sempre superficial, se compararmos com quem não terá pão por imposição das medidas.
    Há que tranquilizar a malta mas decretar não é agir.
    Temos que ser ligeiros com as medidas, pois pessoas já estão a sofrer no prato.

  3. Na verdade há dois aspectos a considerar nesta denúncia do Maika: (1) o Paicv não mudou absolutamente nada, e também ele não é obrigado a mudar-se. Os desastres em Cabo Verde têm sido um campo fértil para este partido perder a sua vergonha e expor o seu potencial venenoso; (2) ainda assim, o Paicv nunca se deu bem esse tipo de comportamento. Perdeu sempre! Agora o Maika precisa entender que o Estado de Emergência não se destina a produzir “anjos” numa escala industrial. Numa coisa, todos os pensadores contemporâneos concordam: nada será igual no Ocidente, depois desta crise provocada pela COVID-19, exceto o Paicv. Este partido permanecerá fiel aos seus maus feitios. Não há uma semana, Janira, recém chegada da América, em vez de quarentena, espalhava charme e santidade, enquanto que a turma de elite desdobra-se em espalhar veneno.

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