O ridículo na Capital! Francisco Carvalho apodera-se do programa de vacinação do Governo

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“Vacinação” de Francisco Carvalho de apenas 6700 vacinados – uma percentagem muito residual da população da Praia – coloca a cidade na cauda de Cabo Verde e do mundo

É o mais novo “fato político” na capital. O Presidente da Câmara mandou espalhar por toda a Cidade uma série de outdoors comemorativos de 1 ano de mandato, onde, supostamente, pretende mostrar trabalho.

O Edil, depois de se apoderar das obras da anterior gestão camarária que apelidara no passado de “txapa txapa”, agora, desesperadamente, tenta também se apoderar do programa de vacinação do Governo roçando os níveis do jocoso.

É que para alguns munícipes, Francisco Carvalho inaugurou mais uma competência da Câmara passando esta também a ministrar vacinas usurpando a competência do Ministério da Saúde.

Entretanto, vozes outras asseguram que Francisco Carvalho, com estes outdoors, está numa tentativa atabalhoada de ensaiar uma candidatura à liderança do PAICV.

O assunto tem estado na ordem do dia entre os munícipes da capital, com muitos a levar cada vez menos a sério o atual Edil, cada vez mais isolado na gestão camarária.

3 COMENTÁRIOS

  1. Enquanto o MpD anda a brincar na Praia, Tchico, um negacionista convicto, tal como JMN, se recusou a vacinar até o último momento, agora tem o descaramento de publicitar números falsos sobre a vacinação na Praia como sendo dele. É a verdadeira encarnação da malandragem na política. São crias políticas do JMN que agora colhe os louros da malandragem. O MpD ou aprende a dar combate político a estes gajos, desmascarando o FC, e por meio deste, o próprio JMN, ou o MpD capitula politicamente. Do mesmo modo, o paicv já se prepara para dizer que foi ele que salvou o país do aumento do IVA.

  2. Já aqui tinha escrito: o Francisco desperdiçou o 1.o ano do mandato período que ele tinha a seu favor para fazer a diferença. Agora ele vai ter que correr contra o tempo por que aquele tempo já não regressa…agora é só cobrança por aquilo que fez e não foi do agrado do praiense e o que não fez..ele sabe ainda que naquele período de graça o Paicv estava órfão mas com a eleição do jmn a situação mudou-se.. agora até o Jmn estará com o olho posto nele.
    Será que o mpd está a fazer de morto para o deixar queimar-se em lume brado? Fica a pergunta, sendo certo que aproveitar da pandemia e da vacina, coisa que nunca o governo fez, é coisa de quem não é cristão.

  3. Em Cuba quando o Presidente fazia essas ações de campanha em plena ditadura, a crítica mais esclarecida gritava” esse homem está loco”. Mas lá é uma ditadura e é compreensível esse tipo de publicidade. O povo está a morrer de fome, sem medicamentos, sem liberdade de expressão de manifestação e reprimido violentamente, quando sai à rua para exigir o mínimo.
    Mas aqui em Cabo Verde, onde nos livramos do sistema de partido único, que no tempo da farsa das eleições tinhas duas hipóteses, ou votavas sim ou não, mas com a polícia política atrás de ti, onde já há liberdade de expressão, de reunião, de se formar os partidos que a sociedade quiser, é duro ver um Presidente da Câmara da Capital a gozar com todos e todas, isso sim que é Praia para todos, e os partidos a sociedade civil, os jornalistas todos calados a assistir serenamente essa desavergonha, essa falta de respeito para todos e todas residentes na Praia.
    Um Presidente que inaugura um campo relvado, construído á semelhança que outros 16 Campos relvados espalhados pela capital, há um ano, sim repito, deixa o campo relvado em S Pedro fechado durante um ano, para inaugurá-lo com festa e circunstância assumindo com responsável da obra.
    Deixa a grande maioria das obras paradas na Praia, e uns meses antes de festejar um ano de mandato, termina essas obras, com despesas muito superiores dado o abandono das mesmas, só para enganar a si próprio que é ele o construtor da Praia para todos.
    Assume-se com responsável pela vacinação na Praia de mais de 6500 pessoas, o que escandaliza a todos e todas na Praia e o pior, tem cobertura da comunicação social, tem o silêncio dos partidos e dos críticos da antiga equipa camarária.
    Não meus senhoreáveis minhas senhoras, isso não é para dizer “esse homem está loco”. Será que estamos todos “locos”?

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