A 81.ª Assembleia Geral das Nações Unidas prossegue esta quinta-feira, 24 de setembro, em Nova Iorque, com as guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, a crise do multilateralismo e os desafios globais no centro da agenda internacional
Depois das intervenções dos principais líderes mundiais nos primeiros dias, a atenção desta quinta-feira está particularmente voltada para a intervenção do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, num contexto de forte pressão diplomática em torno da guerra em Gaza e da questão palestiniana.
A guerra na Ucrânia continua igualmente entre os temas dominantes, depois de Volodymyr Zelenskyy ter levado à tribuna da ONU o apelo a maior pressão internacional sobre a Rússia e a defesa de novas medidas contra Moscovo.
A sessão deste ano decorre sob o lema “Restaurar a confiança, gerir a transformação: uma ONU que produz resultados para todos”, num momento em que a organização enfrenta conflitos prolongados, tensões geopolíticas, alterações climáticas e o impacto crescente da inteligência artificial.
Além do debate político, a ONU realiza hoje uma reunião de alto nível dedicada às ameaças provocadas pela subida do nível do mar, procurando reforçar a cooperação internacional e o financiamento para enfrentar os seus impactos.





