As Nações Unidas estão a intensificar os esforços diplomáticos para promover o diálogo, a estabilidade e a cooperação na África Ocidental e no Sahel, numa região marcada por conflitos, deslocamentos e crescente pressão humanitária
O alerta ganhou novo destaque após a missão do representante especial do secretário-geral da ONU para a África Ocidental e o Sahel, Leonardo Santos Simão, à Mauritânia, concluída ontem, sábado. Durante a visita, entre 14 e 19 de setembro, foram abordados os desafios políticos e de segurança no Sahel e as suas implicações para a estabilidade e a cooperação regional.
A ONU defende uma resposta que combine prevenção de conflitos, diálogo político, desenvolvimento, inclusão e reforço da resiliência das comunidades, numa região onde a insegurança continua a alimentar deslocamentos e necessidades humanitárias. Segundo dados das Nações Unidas, 24,3 milhões de pessoas deverão necessitar de assistência e proteção no Sahel em 2026.





