Operação SHARK. PJ detém 12 suspeitos e desmantela rede de tráfico de droga com atuação nacional e internacional

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Durante as buscas, a PJ apreendeu 1,1627 quilogramas de cocaína, mais de 2 milhões de escudos e 770 euros, além de armas, munições, 25 viaturas, quatro motas, uma mota de água, bicicletas, peças em ouro e prata, telemóveis e diverso material alegadamente utilizado na preparação e comercialização de droga

A Polícia Judiciária anunciou o desmantelamento de uma alegada rede criminosa dedicada ao tráfico de droga de alto risco, branqueamento de capitais, associação criminosa e outros crimes, durante a Operação SHARK, realizada na cidade da Praia.

A operação decorreu nos bairros da Fazenda, Palmarejo, Craveiro Lopes e Plateau, culminando na detenção de 12 suspeitos, oito homens e quatro mulheres, com idades entre os 22 e os 92 anos, na sequência do cumprimento de 12 mandados de busca domiciliária promovidos pelo Ministério Público.

Segundo a PJ, as investigações apontam que o grupo era responsável pela distribuição de cocaína em todo o território nacional, com maior incidência na cidade da Praia, e operava há mais de 15 anos, tendo entre os detidos uma figura conhecida no meio social praienses, apontada como alegado “barão” do tráfico de droga no país.

Durante as buscas, a PJ apreendeu 1,1627 quilogramas de cocaína, mais de 2 milhões de escudos e 770 euros, além de armas, munições, 25 viaturas, quatro motas, uma mota de água, bicicletas, peças em ouro e prata, telemóveis e diverso material alegadamente utilizado na preparação e comercialização de droga.

Os detidos já foram presentes às autoridades judiciárias para primeiro interrogatório judicial e aguardam a aplicação das respetivas medidas de coação.

A Polícia Judiciária considera que a Operação SHARK permitiu desmantelar um importante circuito de tráfico de droga com atuação a nível nacional e internacional, adiantando que as investigações prosseguem.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Bem feito. Não tenho pena de ninguém, sejam jovens ou velhos, que destroem a vida de outros jovens e das suas famílias. Vai tudo para a cadeia. É preciso, também, investigar e responsabilizar as mulheres dos traficantes, que vivem no luxo e no esbanjamento, fingindo que não sabem de nada.

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