Observação é MpD, para quem o PAICV tentou arranjar “bode expiatório” e atribuir responsabilidade das ilegalidades cometidas a meio mundo, menos a quem realmente as cometeu
Em conferência de Imprensa, esta manhã, para se posicionar sobre a conferência do PAICV em relação às despesas do pessoal da Presidência da República, a Secretária Geral Adjunta do MpD disse que “existe uma tentativa, ainda que vã”, do PAICV de desviar a atenção das pessoas daquilo que é “o maior escândalo” ocorrido na Presidência da República.
Vanusa Barbosa adverte que o PAICV “tentou arranjar bode expiatório e atribuir responsabilidade das ilegalidades cometidas a meio mundo, menos a quem realmente as cometeu”, disse.
Para Barbosa, não é essa a imagem que se deve transmitir ao País e ao mundo do mais alto magistrado da Nação, o guardião-mor da Constituição, seja quem for a individualidade que, transitória e temporariamente, esteja a ocupar a função.
O MpD classificou como “inqualificável” a intervenção do Presidente do PAICV que, segundo a SG Adjunta “causou mais danos a ele e aquele a quem pretendeu proteger” já que serviu apenas para demonstrar à Sociedade que o PAICV não está preocupado com o País.
A também Deputada da Nação sublinhou ainda que o PAICV e o seu líder insistem em distorcer a realidade do Estado de Direito onde ninguém está acima da lei, nem o Presidente da República que foi eleito para exercer a sua função dentro da lei que jurou por sua honra defender e não para se posicionar como uma figura intocável.
Vanuza Barbosa disse ainda que o PAICV ataca hoje a IGF sugerindo que é “manipulada pelo Governo” e esquece que há dias aplaudiu esta mesma instituição e os seus inspetores quando faziam buscas às Câmaras Municipais e ao Fundo do Turismo e advogou que “essa dualidade é não só ridícula, mas também uma tentativa descarada de transformar as instituições superiores de controlo em meras marionetas”.


