PAIGC diz não entender o porquê da visita de alto nível da CEDEAO a Bissau. “Talvez venham tentar negociar, mediar. Não sei, porque, até este momento, não estamos na agenda deles”
O Secretário Nacional do PAIGC admitiu ontem estar “muito apreensivo” com a missão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, no País por desconhecer os seus objetivos.
A missão de alto nível composta por peritos constitucionais daquela comunidade chega amanhã, segunda-feira, a Bissau para uma resolução do contencioso eleitoral, criado após a segunda volta das presidenciais naquele País amigo.
De acordo com Ali Hijazi, talvez a missão da CEDEAO quer “tentar negociar ou mediar”, a situação do País. “Não sei, porque, até este momento, não estamos na agenda deles”.
A missão da CEDEAO, que vai permanecer em Bissau até dia 13, é composta por peritos constitucionais e de regulação interinstitucional e vai trabalhar com a Comissão Nacional de Eleições e com o Supremo Tribunal de Justiça para ajudar a uma “resolução rápida do contencioso eleitoral criado após a divulgação dos resultados da segunda volta das presidenciais.


