Sublinhado é do MpD, Partido que suporta a governação em Cabo Verde que hoje congratulou-se com a posição do Arquipélago no relatório da Freedom House divulgado ontem
O MpD manifestou esta sexta-feira satisfação pelo posicionamento de Cabo Verde no relatório da Freedom House, sobre liberdades no mundo.
Luís Carlos Silva fala em “prestigiosa posição” que elege Cabo Verde como País mais livre de África, “uma conquista”, diz ele, “que merece reconhecimento, celebração e muita responsabilidade”.
Com uma pontuação de 92 em 100 possíveis, o Secretário Geral do MpD, assinalou que a FH elege Cabo Verde à frente de países de renome global. “Este feito não só nos enche de orgulho, mas também destaca o compromisso inabalável do nosso País com os princípios da liberdade, democracia e direitos humanos”, acentuou.
Esta realização “não surge” do acaso, especialmente considerando o cenário global, “caraterizado por desafios significativos relacionados com o aumento de populismos, de extremismos, de eleições falhadas e, particularmente na nossa sub-região, de deposição de democracias por conflitos armados e golpes de Estado”, referiu LCS, que assinala o fato de o nosso País, ao contrário do que ocorre em muitos países e territórios, com um declínio na liberdade, Cabo Verde permanece como um “farol” de esperança e um exemplo de resiliência democrática.
“A posição de destaque de Cabo Verde não é apenas um motivo de celebração, é também um lembrete da importância de continuarmos a cuidar, proteger e aprimorar a nossa democracia”, enfatizou, destacando o fato de o Arquipélago ser parte de um “grupo restrito” de países considerados livres, “e isso exige um compromisso contínuo” com a promoção dos direitos humanos, da Justiça social e da participação cívica.
LCS aproveitou a ocasião para, em nome do MpD, expressar “profundo agradecimento” a todos os Cabo-verdianos “que, através de seu compromisso e dedicação, contribuíram para esta conquista notável”.
“Devemos continuar unidos na nossa determinação de construir um futuro ainda mais inclusivo, onde a liberdade e a Justiça sejam acessíveis a todos os cidadãos”, desejou, dizendo-se que o País e as autoridades estão “conscientes dos desafios que ainda enfrentamos e das responsabilidades que recaem sobre nós como Nação”.
“Ao olharmos para o futuro, fazemo-lo com otimismo e confiança, sabendo que, juntos, podemos superar qualquer obstáculo que se apresente no nosso caminho para um Cabo Verde ainda mais livre, justo e próspero”, considerou.


