Na sua autobiografia “Esperança”, que sai hoje para as livrarias, Francisco avisa para o risco do populismo em que vários países estão mergulhados
O Papa Francisco lançou hoje sua autobiografia, “Esperança”, onde aborda temas sensíveis como populismo, inclusão de divorciados e homossexuais, além de criticar o tradicionalismo católico.
Francisco alerta para o perigo do populismo, que considera um catalisador de ditaduras e guerras, e defende que a Igreja deve ser um espaço de acolhimento para todos, independentemente da orientação sexual ou estado civil.
O Líder católico também condena as leis que criminalizam homossexuais e transexuais, chamando-as de “injustiças criminosas”.
Sobre a guerra na Ucrânia, o Papa relembrou seus esforços diplomáticos para mediar o conflito e expressou solidariedade ao povo Ucraniano, descrevendo-o como “mártir”.
Francisco também criticou o uso das redes sociais na desinformação e lamentou o enfraquecimento da democracia.
O Pontífice reafirmou seu compromisso com uma Igreja mais inclusiva e aberta às mudanças, destacando que a liberdade é essencial para a fé.
A obra, escrita em colaboração com Carlos Musso, celebra o Jubileu da Igreja Católica e revisita a trajetória de Jorge Bergoglio, incluindo sua resistência à ditadura Argentina.


