Sumo Pontífice defende que “nas igrejas não se toca”
O Papa expressou-se contra a proibição de igrejas Ortodoxas Russas, votada favoravelmente pelo Parlamento Ucraniano esta semana, defendendo que “nas igrejas não se toca”.
Francisco refere que continua a seguir “com dor” os combates na Ucrânia e na Rússia, numa guerra que dura há quase três anos, mas, as normas adotadas esta semana, provocam “receio pela liberdade de quem reza”.
“Porque quem reza verdadeiramente reza sempre por todos. Não se comete o mal porque se reza. Se alguém comete um mal contra o seu povo, será culpado por isso, mas não pode ter cometido um mal porque rezou”, defende.
Por isso, o Sumo Pontífice pede que se “deixe rezar quem quer rezar naquela que considere ser a sua igreja”.
“Por favor, que não seja abolida, direta ou indiretamente, nenhuma igreja cristã”, reitera.


Senhor Papa Francisco e quando o Papa da Igreja Ortodoxa Russa reza e abençoa a guerra na Ucrânia e pede a vitória da Rússia. E ele abençoa todas as mortes que Putin determina. Depois ele quer ser mediador. A Igreja Católica sempre ligada a ditadura.
Comentários estão fechados.