No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o Papa pediu mais proteção para jornalistas e repórteres em zonas de conflito
O Papa Leão XIV lamentou este domingo as frequentes violações à liberdade de imprensa em várias partes do mundo, assinalando o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado a 3 de maio sob o patrocínio da UNESCO.
“Hoje celebra-se o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Infelizmente, este direito é frequentemente violado, por vezes de forma flagrante e outras vezes de forma oculta”, afirmou o pontífice da janela do Palácio Apostólico, durante a oração do Regina Caeli, que substitui o Ângelus no período pascal.
Perante centenas de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Papa recordou ainda “os numerosos jornalistas e repórteres vítimas de guerras e de violência” em diferentes regiões do mundo.
A Organização das Nações Unidas dedica o dia 3 de maio à defesa da liberdade de imprensa, considerada um direito fundamental para a paz, a democracia e os direitos humanos. Segundo o mais recente relatório sobre as tendências mundiais entre 2022 e 2025, registou-se o maior declínio da liberdade de imprensa desde 2012.
Durante a intervenção, Leão XIV destacou também o significado do mês de maio para os católicos, tradicionalmente consagrado à Virgem Maria. O líder da Igreja Católica confiou à intercessão mariana as suas orações “pela comunhão na Igreja” e “pela paz no mundo”.


