Preocupação é do antigo Presidente da Câmara Municipal da Praia
O escândalo nacional com epicentro na Presidência da República e que envolve o Chefe de Estado, que à margem da lei definiu um chorudo salário de 310 contos à sua namorada para ser primeira-dama, e outros pagamentos ilegais a colaboradores da Presidência, continua na ordem do dia.
Desta feita, é Jacinto Santos que aborda o assunto, considerando que José Maria Neves deve uma explicação ao País, sobre “o que vai fazer com o mandato de representação política que recebeu dos eleitores”.
O antigo Autarca da Capital entende também que o Parlamento não pode fugir à sua responsabilidade face à gravidade do Relatório.
“Não há nenhuma razão para que os Partidos políticos (MpD, PAICV e a UCID) não tomem uma posição política sobre a crise por que passa o Presidente e a instituição Presidência da República”, vinca.
“Não há como evitar a intervenção do Parlamento porque o que está em jogo são a democracia liberal e o Estado de direito que estamos a construir desde 13 de janeiro de 1991”, enfatiza na sua publicação nas redes sociais.
“A opinião pública é de uma importância estrutural para a democracia, mas não pode ocupar o lugar dos Partidos políticos, do Governo, do Parlamento e da Justiça”, refere.
Refere que a Inspeção Geral das Finanças deu conta de uma série de irregularidades na gestão financeira da Presidência, no mandato do atual PR.
Para além dos dois anos de salário, ao valor de 310 contos, que JMN pagou à sua namorada para ser primeira-dama, os mais de 2 mil contos pagos a Marisa Morais para ser Conselheira jurídica, os subsídios a diversos colaboradores à margem da lei, entre outros.



Em cabo verde os políticos estao a destruir o que lutamos ,muito para conseguir ,que é a nossa democracia, o presidente da República deve sim prestar ao povo dessas ilhas ,justificaçães do que ele vai fazer. Para minimizar o escândalo que vassou sobre , a presidencia da República. .no meu haver ele pedia demissão. Para lavar a sua honra ,e a sua dignidade.
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