Primeiro-Ministro e líder do MpD retoma campanha no Sal onde apresenta os candidatos a Deputados, ao passo que a Presidente do PAICV está na Ilha do Fogo
Depois da suspensão na Quinta e Sexta feiras Santas, os Partidos e candidatos às eleições de 18 de abril, retomam, este sábado, as atividades políticas em diferentes pontos do País.
O Presidente do MpD, Ulisses Correia e Silva, está na Ilha do Sal, para a retoma, onde cumprirá, ao longo do dia, a sua agenda de campanha. Ulisses, acompanhado dos candidatos, encabeçados por Janine Lélis, vai reforçar a mensagem de continuidade aos eleitorados da Ilha turística, com as suas propostas para continuar com Cabo Verde no caminho seguro, a partir do dia 18.
O cabeça de lista da UCID, António Monteiro, prossegue agenda em São Vicente, mas ainda hoje viaja para Santo Antão para continuar a campanha.
O líder do PSD, vai continuar a sua jornada online, para apresentar a sua plataforma eleitoral, ao passo que a Presidente do PAICV está no Fogo, com passagem pelos 3 Municípios e em São Filipe, termina o dia, com um encontro público no Presídium onde apresenta os candidatos pela Ilha, encabeçados por Eva Ortet.
Claudio Sousa, do PTS, vai continuar a campanha porta a porta no interior de Santiago, assim como Amândio Barbosa, do PP, que vai estar em Santa Catarina de Santiago.
Para as Legislativas do próximo dia 18, concorrem 6 partidos, MpD, atual Governo, que concorre em todos os círculos, tal como a UCID e o PAICV, o PTS e o PP em 6 e o PSD em apenas 4.



Sou sistematicamente acusado, injustamente, de atacar a líder do Paicv, por ser implacável contra as limitações intelectuais da mulher. Para início de conversa, desejo deixar bem claro, que não tolero medíocres, mormente, aqueles que se aventuram a governar o meu País. JHA, tal como seu patrono político, JMN são apenas e meros acidentes na história de Cabo Verde. Não tenho meias palavras! Por isso, devem, ser, por meio de votos, impedidos de ascender ao topo da administração de Cabo Verde. Além do mais, professam, veladamente, a ideologia fascista, que propugna eliminar e irradiar o MPD da cena política de Cabo Verde, tal como está fundamentada no livro de JTV. Uma questão minha, pessoal e de seriedade intelectual. Acabo de ler a entrevista da JHA, concedida ao jornal “Expresso das Ilhas”, na qual o jornalista brinca de jornalista e a JHA brinca de político. Ora, assim não dá, minha gente. Questionada sobre as previsões económicas, sublinho, económicas, a mulher desconversa e o jornalista nem réplica sabe fazer uso, para obrigar a mulher a responder as perguntas que são legítimas e as respostas necessárias. JHA retoma o discurso dos últimos cinco anos, vazios e azedos e o jornalista não tem a coragem de fugir do roteiro previamente elaborado para exigir respostas. O jornalista não pergunta e a JHA não responde, o que vai fazer da CVA, se vencer as eleições, se mantém ou não o negócio e como vai financiar a nova companhia que diz que vai criar. Sobre TICV, o jornalista não tem a coragem de tranquilizar os empresários, com perguntas diretas a JHA para saber se o negócio e seus investimentos enfrentam ou não riscos políticos significativos com uma eventual subida ao poder do Paicv. É necessário perguntar, Sr jornalista Amaral. Sobre os transportes marítimos, há um contrato, os empresários precisam saber se há ou não riscos de um retrocesso ou reversão, como aconteceu com a Águas de Portugal e Electricidade de Portugal, quando investiram na Electra e que foram mandados embora para Portugal, pelo JMN, o mesmo que anos depois, fazendo-se valer de “cunhas”, entra num doutoramento em Portugal que ele tanto odeia. A sociedade deseja saber se os cinco anos de oposição fizeram bem ou não a JHA e ao Paicv. Lamentavelmente, o jornalista se comporta como um estagiário que recebe o guião do seu tutor para aplicar numa entrevista simulada diante do espelho.
Na entrevista, o jornalista não se interessa, por exemplo, pelas recentes previsões de crescimento econômico que tanto o FMI, o BM e o BAD fazem em relação a trajetória da economia de Cabo Verde para 2021, de cerca 5,5%, para obrigar a JHA e o Paicv a se comprometer com as suas metas quantificáveis. O mesmo em relação aos números do emprego. O MPD não conseguiu os 45 mil prometidos e o mote é abrir uma avenida de críticas da JHA, mas o jornalista não se propõe a saber da JHA quais os números dela. É necessário saber o que promete o Paicv e como será a política de empregos do Paicv. JHA manda tudo para as contas do Estado, dizendo que o Estado “deve, pode, tem de, vai…”. Ora, o Estado não pode nem deve fazer tudo, porque o Estado tem limitações. O Estado não nada em mundo de infinitas possibilidades e o jornalista Amaral se curva diante da “beleza” da mulher e deixa todo o mundo com as pulgas atrás das orelhas e com dúvidas sobre o que vale este Paicv.
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