Explicação é dada pela direção do Hospital do Sal que garante que tudo foi feito para salvar a jovem que entretanto não resistiu
É mais um episódio do caso da jovem grávida evacuada da Boa Vista para o Sal no passado dia 21 e que dois dias depois faleceu, devido a problemas de foro cardíaco, conforme observou a Direção do Hospital do Sal, onde a parturiente foi atendida.
O Hospital explica que a grávida “tinha um problema valvular”, e na sequência do stress e da cirurgia “descompensou-se”, não tendo sido possível “reverter a situação” que terminou em óbito pela 1h35, do dia 23, dois dias depois de recebida nos serviços de saúde do Sal.
Hélder Almada, Diretor do Hospital do Sal, garante que a parturiente deu entrada naquele serviço pelas 3h30 do dia 21, quinta-feira, proveniente da Boa Vista, pela via marítima. “Tratava-se de um caso grave que merecia ser internada e operada”, explicou.
Depois de todo o procedimento para garantir o sucesso da operação, a jovem foi operada e “correu bem”.
Após a operação a paciente foi transferida para a enfermaria e nos primeiros momentos pós-operatório, teve uma evolução favorável mas por volta das 19 horas o seu estado regrediu devido a insuficiência respiratória derivada de uma descompensação cardíaca.
“Lamentamos o desfecho, mas fizemos todas as diligências para salvar essa vida”, garante o Diretor para quem a causa da morte está relacionada com problemas de foro cardíaco.
Refira que o Governo já mandou abrir um inquérito para clarificar toda a verdade em torno deste caso.
Várias reações têm vindo a público, nomeadamente, de pessoas que partilham vídeos nas redes sociais dando conta de que a mulher faleceu em viagem, uma versão já desmentida.


