PGR da Guiné-Bissau garante que eleição do PR decorreu na normalidade

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Ladislau Embassa diz mesmo que, para o Ministério Público, o processo eleitoral decorreu “da melhor forma” e não há “nenhuma irregularidade” capaz de pôr em causa a “integridade” do processo eleitoral

É mais um episódio a marcar o pós-eleições presidenciais na Guiné-Bissau, cuja segunda volta, entre Umaru Sissoco Embaló, declarado vencedor pela CNE, e Domingos Simões Pereira, continua na ordem do dia.

Ontem, o Procurador Geral da República veio afastar nódoas no processo e disse mesmo que, para o Ministério Público, o processo eleitoral decorreu “da melhor forma” e não há “nenhuma irregularidade” capaz de pôr em causa a “integridade” do mesmo.

Ladislau Embassa assegurou que mais de 70 magistrados do Ministério Público participaram nas últimas presidenciais no País e acompanharam todas as operações nas Comissões Regionais de Eleições, inclusive assinaram as atas de apuramento dos resultados, estando “todos esses documentos” sob a alçada do Ministério Público.

O STJ continua entretanto a apreciar um novo recurso do PAIGC que pede a anulação daquelas eleições.