As Três entidades realizaram, na Cidade da Praia, um encontro de trabalho que contou com a presença do diretor nacional da PJ, Manuel da Lomba, do presidente da ONAD-CV, Emanuel dos Passos, e do diretor executivo da Autoridade Antidopagem de Portugal, António Nunes
A Polícia Judiciária (PJ), a ONAD-CV e a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP) reforçaram a cooperação institucional no combate ao doping e ao tráfico de substâncias ilícitas no desporto, durante um encontro de trabalho realizado na Cidade da Praia.
O encontro contou com a presença do diretor nacional da PJ, Manuel da Lomba, do presidente da ONAD-CV, Emanuel dos Passos, e do diretor executivo da ADoP, António Nunes, tendo servido para consolidar a parceria entre as três instituições e reforçar a cooperação técnica e operacional nesta área.
Durante a reunião, os intervenientes trocaram experiências e avaliaram o andamento da formação “Investigação e Inteligência Aplicada à Antidopagem”, cuja segunda fase deverá decorrer ainda este ano, possivelmente em Portugal, em articulação com a Polícia Judiciária portuguesa.
O diretor nacional da PJ, Manuel da Lomba, destacou a importância da capacitação contínua dos profissionais, sublinhando que a formação representa “mais uma oportunidade para reforçar a experiência e a capacidade de atuação da Polícia Judiciária numa área sensível como a investigação do doping e do tráfico de substâncias ilícitas”.
Por seu lado, o presidente da ONAD-CV, Emanuel dos Passos, considerou que a cooperação com a PJ e com a ADoP é “fundamental para responder de forma mais eficaz aos desafios relacionados com drogas e substâncias dopantes, sobretudo quando ultrapassam o âmbito das competências nacionais isoladas”.
Já o diretor executivo da ADoP, António Nunes, mostrou-se satisfeito com os resultados do encontro e avançou a possibilidade de realização, ainda este ano, em Portugal, do primeiro Congresso Antidopagem da Lusofonia. O responsável aproveitou ainda para endereçar o convite à PJ para participar no evento, sublinhando a importância da partilha de experiências entre países lusófonos.
A reunião serviu também para delinear a segunda fase da formação, com forte componente prática, e para pré-agendar uma terceira fase em Cabo Verde, envolvendo várias instituições nacionais, como a Polícia Nacional e as Alfândegas.


