Ulisses Correia e Silva que fazia uma comunicação à Diáspora por ocasião do Dia Nacional da Cultura e das Comunidades fez essa consideração alegando que é preciso cada vez mais de remessas de conhecimentos, pessoas altamente qualificadas na ciência, nas tecnologias, academia e nas artes
No Dia Nacional da Cultura e das Comunidades, hoje assinalado, sob o lema “Cultura para o Futuro”, com a realização de diversas atividades em vários pontos do País, a Cidade do Mindelo, na Ilha de São Vicente, acolheu a Conferência Internacional sobre “Diáspora Cabo-verdiana, migrações e desenvolvimento”.
O Primeiro-Ministro que presidiu a abertura referiu que a Cultura de Cabo Verde e a Diáspora é celebrada num dia que tem uma referência “muito grande”, que é Eugénio Tavares, que conforme o PM é a “referência maior”, bem como um momento também de uma homenagem à cultura nas várias gerações de uma nação com mais de cinco Séculos de existência.
Este percurso, para UCS, “moldou” a identidade Cabo-verdiana, a identidade Crioula na língua, música, literatura, artes, gastronomia, tradições, uma cultura que continua forte e dinâmica a marca autêntica de Cabo verde.
O Chefe do Governo também rendeu uma homenagem “autêntica” ao tributo das “nossas comunidades emigradas”, no qual alega que hoje o País tem uma Diáspora de sucesso, “uma Diáspora que orgulha Cabo Verde”.
“Cabo Verde é uma Nação que ultrapassa os limites geográficos e demográficos do País, representa a extensão da cultura, extensão da economia e do imaginário de um País aberto ao mundo. Emigramos desde há vários Séculos, emigramos por razões existências por razões de sobrevivência, hoje temos uma Diáspora de sucesso uma Diáspora que orgulha de Cabo Verde, uma Diáspora onde despontam individualidades onde despontam pessoas em diversas áreas diversa profissões, atividades políticas desportivas, ciências, tecnologia bem integrados em termos de representação daquilo que é Cabo Verde”, explicou o PM.
Na mesma ocasião, o Chefe do Governo falou sobre os instrumentos que têm implementado para encurtar e também melhorar a capacidade de respostas, como é o caso da transformação digital.
USC usou como exemplo a capacidade de respostas em emissão de documentos como passaporte, a nível dos Consulados, particularmente em Portugal, hoje o tempo de espera conforme PM, é de 10 dias e em regime de urgência, pode ser emitido em 3 dias.
O Primeiro-Ministro finalizou dizendo com convicção que as relações com Diáspora podem reforçar aquilo que é o reforçar em Cabo Verde, e relativamente conferência diz esperar que também sirva para abrir cada vez mais perspetivas de posicionar Cabo Verde como uma economia de conhecimento.


