PM defende “mecanismos ágeis” de resposta a situações de emergência

0

Evento promovido pela UE à margem da Assembleia Geral da ONU, foi realizado nesta terça-feira, 19

O Primeiro-Ministro Cabo-verdiano defendeu ontem, durante uma Mesa Redonda sobre a arquitectura internacional das instituições financeiras e a sustentabilidade da dívida, as especificidades dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, onde se insere o nosso País.

Ulisses Correia e Silva defendeu a necessidade de “mecanismos ágeis, solidários e previsíveis” de respostas a situações de emergência derivadas de choques ambientais, climáticos, pandémicos e ambientais que não redundem em aumento de endividamento.

Na sua intervenção, o Chefe do Governo defendeu também a necessidade de “maiores volumes” de financiamento em condições concessionais, plurianuais e previsíveis para investimentos em transformações estruturais que aumentem a resiliência, reduzam a exposição a choques externos e aumentem o potencial de crescimento económico.

Na mesma ocasião, UCS defendeu ainda o alívio da dívida para libertar recursos para o financiamento climático e ambiental e para a transformação digital”.

“É substituição de dívida atual por resiliência e crescimento sustentável no futuro”, vincou, defendendo, ao mesmo tempo “substituição” de dívida atual por “maior eficiência e produtividade” provocada pela transformação digital no futuro e pela economia digital que exporta serviços e cria empregos de qualidade.

Promovido pela UE, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, o evento foi realizado na terça-feira, 19.