PM deu posse aos conselheiros para juventude

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Redução dos jovens sem educação, sem formação e sem empregos são as “três grandes prioridades” definidas, esta sexta-feira, 14, entre o Governo e os conselheiros para a juventude

O Primeiro-Ministro passa a contar, a partir de hoje, com 20 conselheiros para a área da juventude. São jovens que compõem o Conselho Consultivo da Juventude, criado pelo Executivo.

A tomada de posse aconteceu na manhã desta sexta-feira, com um número “muito representativo em género”.

De acordo com o PM, definiu-se três “grandes prioridades” que são as expetativas dos jovens do País, nomeadamente, a redução significativa do número de jovens sem educação, sem formação e sem emprego, através da educação para todos, de políticas de inclusão social, da massificação da qualificação profissional para a empregabilidade, do empreendedorismo e do crescimento económico com capacidade de gerar muito mais emprego.

Ulisses Correia e Silva não tem dúvidas que as prioridades estabelecidas são primordiais para o desenvolvimento do País, uma vez que a educação de excelência e qualificação profissional servem para “formar jovens com perfil ajustado às exigências do mundo da economia do conhecimento, da economia digital e da sustentabilidade ambiental”.

Os novos Conselheiros agradecem a confiança do Governo e comprometem a tudo fazer para, em parceria com o Executivo, implementar as políticas voltadas à juventude.

Para Janice da Graça, porta-voz do grupo, os novos Conselheiros comprometer-se a “servir voluntariamente o País, para aplicar as nossas competências profissionais ao serviço de desenvolvimento de Cabo Verde. Nós comprometemos de trazer não só as nossas preocupações, as nossas ideias e os nossos desafios, mas as preocupações de todos os jovens que representamos”, disse.

De acordo com a representante dos 20 Conselheiros, os mesmos vão acompanhar todas as políticas que propuserem ao Governo.

De realçar que estes jovens foram escolhidos através de um concurso público, através de uma plataforma informática disponível nas ilhas do País e na Diáspora.

O mandato tem a duração de dois anos.