Ulisses Correia e Silva dividiu a mesa com o Prémio Nobel da Paz de 2006, num encontro de Alto Nível, em que o tema centrou-se em torno da Economia Social, Juventude e Tecnologia
O Chefe do Governo reconfirmou as apostas do seu Executivo em áreas como educação e garantiu estar a trabalhar para “garantir” o Direito à Educação para todos “através da universalização e da gratuitidade” do acesso e frequência, bem como o “reforço” das competências em línguas estrangeiras.
UCS falava ontem nos Estados Unidos, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, durante um encontro de Alto Nível sobre Economia Social, Juventude e Tecnologia, em que dividiu a mesa com o Nobel da Paz de 2006, que recentemente esteve em Cabo Verde, precisamente com o tema economia social em agenda.
Durante o encontro, o PM sublinhou que como muitos países, o “principal desafio” de Cabo Verde é o emprego para os jovens, e que nesta perspetiva “estamos a fazer apostas fortes” na educação de qualidade e inclusiva, e a “garantir” o Direito à Educação para todos através da universalização e da gratuitidade do acesso e frequência, assim como a “reforçar” competências em línguas, desde o português, o inglês e francês, e ao nível da matemática e das TIC.
“Numa perspetiva de curto e médio prazo, estamos a investir forte na massificação do acesso à formação profissional, estágios profissionais e reconversão profissional e a criar condições favoráveis à massificação do empreendedorismo”, assinalou o PM, reconhecendo, no entanto, que a economia Cabo-verdiana “está a crescer bem, mas não é suficiente”.
“Existem falhas do mercado que têm que ser supridas por políticas públicas que criem oportunidades para os jovens e oportunidades nas diversas ilhas de Cabo Verde”, indicou.
Hoje, o PM discursa nas Nações Unidas colocando ênfase nos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, devendo evidenciar as medidas tomadas para criação de resiliências, bem como os apoios necessários da Comunidade Internacional.


