Dom Paulino Évora foi condecorado, a título póstumo, com a Medalha de Mérito Altruísta de 1.º Grau, uma distinção que, segundo o Chefe do Governo, “encaixa-se na perfeição” na figura de um homem que sempre serviu com altruísmo, em prol da felicidade das pessoas e do bem comum
O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, destacou esta quarta-feira, 25, durante a cerimónia de condecoração póstuma de Dom Paulino Livramento Évora, que a homenagem é uma “justa decisão” e um ato de reconhecimento pelo contributo inestimável do primeiro Bispo Cabo-verdiano para a história e desenvolvimento de Cabo Verde.
Dom Paulino Évora foi condecorado, a título póstumo, com a Medalha de Mérito Altruísta de 1.º Grau, uma distinção que, segundo o chefe do Governo, “encaixa-se na perfeição” na figura de um homem que sempre serviu com altruísmo, em prol da felicidade das pessoas e do bem comum.
“A história de Cabo Verde escreve-se com o legado de um homem com a estrutura ética, moral e patriótica de Dom Paulino Évora. Um bom pastor, defensor da liberdade, da dignidade humana, da democracia, da justiça social e dos direitos cívicos”, sublinhou.
O Primeiro-Ministro lembrou que, nos 50 anos da independência de Cabo Verde, esta homenagem reveste-se de um simbolismo especial, ao reconhecer a dimensão espiritual, social e patriótica de Dom Paulino Évora, que foi nomeado Bispo dias antes da independência.
“Hoje, damos visibilidade, a título póstumo, a quem sempre foi discreto e serviu com grandeza. Com gratidão e reconhecimento, só temos a dizer: muito obrigado”, concluiu.


