Pedro Sánchez assegurou que Espanha está a trabalhar com as autoridades marroquinas para proceder à deportação dos migrantes que entraram ilegalmente no enclave
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, classificou a entrada ilegal de quase 50 mil pessoas em Ceuta, oriundas de Marrocos, como um “ataque e uma violação da integridade territorial” do país, garantindo que o Governo utilizará todos os recursos do Estado para proteger a cidade.
Durante uma visita a Ceuta, acompanhado pelo ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, Sánchez assegurou que Espanha está a trabalhar com as autoridades marroquinas para proceder à deportação dos migrantes que entraram ilegalmente no enclave.
Segundo fontes policiais espanholas, cerca de 50 mil pessoas atravessaram a fronteira desde quinta-feira. Pelo menos 35 morreram afogadas durante as tentativas de entrada na cidade espanhola.

