PM garante que Cabo Verde continua a ser “um País de liberdade de imprensa”

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Cabo Verde caiu da 30.ª para a 40.ª posição no índice de liberdade de imprensa de 2026, divulgado esta quinta-feira pela RSF

O Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou hoje que Cabo Verde continua a dispor de condições legais e institucionais que garantem a liberdade de imprensa, reagindo à descida do País no ranking mundial dos Repórteres Sem Fronteiras.

Cabo Verde caiu da 30.ª para a 40.ª posição no índice de liberdade de imprensa de 2026, divulgado esta quinta-feira pela RSF.

Em declarações aos jornalistas, na Ilha do Fogo, o Chefe do Governo considerou que não se deve “dar festa” quando o País sobe nos rankings nem “ficar triste ou deprimido” quando desce.

Ulisses Correia e Silva contestou ainda algumas observações do relatório, sobretudo no que diz respeito à nomeação dos responsáveis da Radiotelevisão Cabo-verdiana, afirmando que atualmente os cargos são preenchidos através de concurso público.

O Primeiro-Ministro rejeitou também a existência de pressões sobre jornalistas no exercício da profissão, defendendo que Cabo Verde continua a ser “um País de liberdade de imprensa”.

Apesar da descida no ranking, a RSF reconhece que o ambiente de trabalho para jornalistas em Cabo Verde permanece favorável e que a liberdade de imprensa é garantida pela Constituição.

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