De 1% para 7,3%, Primeiro-Ministro contrapôs, ontem, resultados da sua governação à década anterior reagindo ao crescimento económico de 7,3% registado em 2024. O mesmo realçou que os resultados refletem a eficácia das medidas adotadas pelo seu Governo para proteger, recuperar e relançar a economia após a crise da pandemia. Com estabilidade macroeconómica, redução do desemprego e da pobreza, o Chefe do Executivo reafirma o compromisso com uma economia mais diversificada e sustentável
O Primeiro-Ministro reagiu ontem à noite aos dados recentemente divulgados sobre o desempenho económico de Cabo Verde em 2024, que revelam um crescimento robusto de 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Através de uma publicação nas redes sociais, o Chefe do Governo sublinhou que os números refletem não apenas uma recuperação sólida, mas também a eficácia das políticas implementadas ao longo dos últimos anos.
“O crescimento de 2024 é uma boa marca”, escreveu o Primeiro-Ministro, acrescentando que a economia cabo-verdiana “continuou a crescer em 2023 e 2024, com estabilidade macroeconómica, redução do desemprego e da pobreza”.
Num tom analítico e comparativo, o líder do Executivo recuou à década da anterior para destacar a inversão da tendência. Entre 2008 e 2015, período da governação anterior, o crescimento médio anual do PIB ficou-se pelos 1%. Em contrapartida, já no primeiro mandato do atual Governo, o país alcançou 6,9% de crescimento em 2019, apesar do impacto das secas severas.

A publicação reforça ainda a ideia de resiliência e capacidade de gestão perante crises profundas, como a recessão provocada pela pandemia da COVID-19, que em 2020 ditou uma quebra de -20,8% na economia nacional.
“Em apenas dois anos, mais do que recuperamos a quebra de crescimento registada em 2020, graças às medidas de proteção, recuperação e relançamento da economia implementadas pelo governo”, destacou o Primeiro-Ministro.
A mensagem deixa claro que o Executivo está focado em ampliar ainda mais o potencial de crescimento, apostando numa economia mais diversificada, com destaque para o turismo de qualidade, a economia digital e a economia azul.
Esta reação do Primeiro-Ministro, feita num tom factual e confiante, espelha uma leitura otimista dos indicadores recentes e reafirma a visão estratégica da atual governação, que se propõe não apenas crescer, mas fazê-lo com impacto duradouro sobre o emprego, o rendimento das famílias e a redução da pobreza.


