Organizar e estruturar a classe é um dos compromissos assumidos entre as partes reunidas
O Primeiro-Ministro reuniu-se ontem com os profissionais de táxi, onde pôde escutá-los sobre os seus principais constrangimentos. De acordo com Ulisses Cirreia e Silva, juntos assumiram o compromisso de organizar e estruturar a classe dos taxistas.
A concorrência desleal, é um dos maiores constrangimentos da classe dos taxistas, que rogam por dias melhores, mas conforme deixou claro, este Governo engajou-se na aprovação de uma lei, em vigor, que visa organizar e estruturar o setor, assim como certificar as condições para exercer a profissão, como atribuição de licenças, a sua atualização e perda. Nesse sentuido, o que falta é a fiscalização.
“Em relação à fiscalização, é uma situação antiga que estamos comprometidos no sentido de se fazer aplicar a lei com maior rigor”, precisou o PM.
Com a nova lei dos transportes aprovada, para que os táxis estejam a operar, é preciso que se crie uma empresa, com vantagens de inscrever os profissionais de táxis na segurança social para assistência médica e medicamentosa, direito a reforma, e outros benefícios.
“Estamos a dar todas as condições para estruturarem melhor como empresas, sem custos adicionais, com vantagens em termos fiscais, de conseguir créditos e isenções”, disse UCS, acrescentando inda que no que toca à implementação de Rádio Táxis, o Governo tem todo o interesse na sua organização e gestão para se entrar com o financiamento.
De realçar que nesse encontro, também estiveram algumas mulheres taxistas, que foram encorajadas pelo PM a abraçarem a profissão com empenho.


