PN garante estar a trabalhar para reduzir carga horária dos efetivos

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Sublinhado é da Direção da Polícia Nacional que afirmou que está a trabalhar em concertação com a tutela no sentido de alcançar o objetivo

Na sequência das declarações que o representante do Sindicato Nacional da Polícia, SINAPOL, fez na segunda-feira, sobre a carga horária dos Agentes da PN, a Direção Nacional da instituição veio a público esclarecer que em concertação com a tutela, está a trabalhar no sentido de se ter uma carga horária para os seus efetivos que seja compatível com as missões que lhes são incumbidas por lei, nos diversos ramos e setores e de acordo com as demandas dos Conselhos/Ilhas onde trabalham

Em nota oficial, a Direção Nacional da PN ainda informa que os turnos de serviço variam em função da missão e das especialidades das unidades policiais, conforme estabelece os Estatutos do Pessoal da PN.

A mesma garante estar “atenta à situação do pessoal, tem sido flexível”, instruindo as chefias para que, até se ter os reforços necessários, sejam ajustadas as escalas de serviço às necessidades e dinâmicas das unidades, garantindo aos efetivos as folgas devidas nas escalas de serviço, o que se pode comprovar através das ordens de serviços emitidas regularmente.

Na mesma nota, a Direção Nacional realçou sobre o porquê de não ser possível realizar cursos de formação de novos Agentes, nos últimos três anos, relembrando que o processo só foi retomado praticamente à um ano, tempo necessário para recrutamento (6 meses) e formação inicial de Agentes (mais 6 meses) concluído no passado dia 1 de março e cujo processo administrativo para as nomeações encontra-se em curso, permitindo, assim, o almejado reforço das unidades.

“A Direção da PN e a tutela, cientes da necessidade urgente de realização de mais uma ação de formação de novos Agentes, está a trabalhar no processo para, nos próximos dias, fazer o lançamento de um novo concurso, visando conseguir mais um contingente de efetivos para continuar a reforçar as unidades, lá onde persistem carências e, consequentemente, melhorar a atual carga horária”, lê-se no documento que ainda esclarece que a não realização de formações nos últimos anos, por um lado e, por outro, a saída de efetivos, por motivos diversos, doenças, abandonos e exonerações, tem dificultado a Direção da instituição de resolver os déficits em termos de pessoal no timing e ritmos desejados. Porém, breve e paulatinamente, ter-se-á a almejada melhoria, garante.