Venâncio Mondlane, que contesta o resultado das eleições de 9 de outubro, pediu novos protestos em todas as capitais provinciais
A Polícia da República de Moçambique manifestou oposição às manifestações e paralisações convocadas pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane, classificando os atos como “terrorismo urbano” e uma ameaça à ordem constitucional.
Em conferência de imprensa em Maputo, o comandante da PRM, Bernardino Rafael, destacou a necessidade de “dizer basta” às ações que, segundo ele, têm sabotado a economia e a infraestrutura do país.
Mondlane, que contesta o resultado das eleições de 9 de outubro, pediu novos protestos em todas as capitais provinciais, afirmando que o povo “está cansado”. Em resposta, a Polícia criticou o apelo, argumentando que essas manifestações são subversivas e violam a Constituição.
As recentes manifestações têm incluído paralisações em pontos estratégicos, como portos e fronteiras, provocando caos e vandalismo, especialmente na capital, Maputo.
A polícia assegurou que tomará medidas para garantir a segurança e pediu que os cidadãos mantenham suas atividades normalmente nesta quarta-feira.


