Campanha entra na sua fase final com um cenário fragmentado e altamente competitivo, onde nenhum dos candidatos aparenta ter garantido uma vitória em primeira volta
Nos últimos dias, as sondagens mais recentes mostram um empate técnico entre vários nomes, com o líder do partido Chega, André Ventura, ligeiramente à frente, seguido de perto pelo Socialista António José Seguro e pelo liberal João Cotrim de Figueiredo.
Este equilíbrio nas intenções de voto tem marcado uma campanha em que os candidatos intensificaram apelos ao voto útil e tentativas de atrair apoios de outros setores políticos, num quadro em que a possibilidade de uma segunda volta em 8 de fevereiro se assume praticamente certa.
Temas sociais, como a crise de habitação e custo de vida, têm estado presentes nos debates e nas agendas de campanha, com propostas divergentes sobre soluções e prioridades.
Até agora, a campanha tem sido marcada por sérios esforços de mobilização, com caravanas de candidatos pelo País e apelos diretos aos eleitores, tanto urbanas como rurais, enquanto as últimas sondagens continuam a agitar o debate político sobre possíveis alianças e a estratégia de voto no domingo.
A poucos dias da votação, a campanha segue aberta e imprevisível, com a possibilidade de que o resultado final só seja conhecido após um segundo escrutínio.


