PR considera de “muita gravidade” saída de Arlindo Teixeira do País

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Jorge Carlos Fonseca acrescenta que este caso deve ser investigado e averiguado com “muito rigor”, e apurar as responsabilidades, devendo os responsáveis serem sancionadas, porque a culpa “não pode morrer solteira”

O Presidente da República considera de “muita gravidade” a saída de Arlindo Teixeira de Cabo Verde, se tratando de uma pessoa que estava em prisão domiciliária, e que não podia deixar o País.

Jorge Carlos Fonseca, disse que a culpa “não pode morrer solteira”, e defendeu os responsáveis devem ser sancionados, por isso pede uma “averiguação e investigação” com rigor o “mais breve possível”.

“Entendo que este é um tipo de averiguação e verificação que deve ser feita, além do rigor, com o mais expedito possível, o que quer dizer que essas responsabilidades devem ser apuradas no mais breve espaço de tempo”, precisou.

Para o Chefe de Estado, está-se perante um fato que causa “alguma perplexidade”, já que o mesmo estava obrigado, pela Justiça, a permanecer na sua habitação, pelo que Arlindo Teixeira ter-se-á furtado à vigilância das autoridades.