PR defende ligações marítimas e aéreas entre Cabo Verde e Guiné-Bissau

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Chefe de Estado defendeu esta ideia, à margem de uma visita efetuada à fábrica de processamento de castanha de caju, em Guiné-Bissau

O Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, ao ser questionado pelos Jornalistas sobre o interesse da Guiné-Bissau para os empresários Cabo-verdianos, à margem de uma visita efetuada à fábrica de processamento de castanha de caju, na Guiné-Bissau, defendeu a ideia de um trabalho conjunto com os Guineenses para desenvolver os transportes marítimos e aéreos entre Cabo Verde e a Guiné-Bissau.

“Nós, ontem, falávamos com o senhor Primeiro-Ministro no sentido de se garantir mais mobilidade de pessoas e bens entre os dois países e, para isso, uma questão também muito discutida com o senhor Presidente é a questão dos transportes, as ligações aéreas e marítimas entre os dois países”, disse o Chefe do Estado em declarações reproduzidas pela Agência Inforpress.

Relativamente à sua visita a fábrica de processamento de caju, JMN considerou estes investimentos privados “importantes”, e que permitem à este País competir no mercado internacional e a criação de emprego e melhoria das condições de vidas dos Guineenses.

A visita de três dias, do Chefe de Estado a aquele País termina hoje. Durante a sua visita, o PR encontrou-se com o seu homólogo Guineense, Umaro Sissoco Embaló, com o PM Nuno Nabiam, visitou as obras de reabilitação das vias rodoviárias da cidade.

1 COMENTÁRIO

  1. Parece que JMN está, novamente, embebedecido, não dizer enlouquecido com o poder e a função de PR. Entre uma asneira e outra, JMN dá lições de governação, para quem, imagina-se, governa muito melhor que ele próprio. Entre uma palhaçada e outra, JMN enche o peito de nada, e solta baboseira. Entre uma leviandade e outra, solta o que de melhor sabe fazer: asneiras! JMN continua extasiado com a “unidade Guiné Cabo Verde”. Uma linha área ou marítima entre dois países, não é algo que deseja ou deixe de desejar, mas sim, resulta da dinâmica das trocas comerciais entre países. Quando visitar Europa ou Japão, um presidente americano nunca pede abertura de linhas aéreas ou marítimas. O que ele faz é, juntamente com os governantes desses países, é remover todos os obstáculos para que democracia económica funcione de ambos os lados da fronteira. Removendo esses obstáculos, os consumidores americanos, europeus e japoneses são livres para escolher seus produtos e, por eles pagar o preço justo, seja qual for a sua origem. Agora, vai explicar isso daqui a uma cabecinha formatada no seio da jaacv e no partido único é perda de tempo. O problema é que JMN não pára de asneirar!

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