PR pede uma solução ao embargo dos produtos agrícolas de Santo Antão

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Chefe de Estado que cumpre hoje último dia de visita à Ilha das Montanhas afirma que esse embargo que vigora desde 1984 torna difícil pensar em agricultura desenvolvida

O Presidente da República disse ontem, no Porto Novo, que o embargo aos produtos agrícolas de Santo Antão torna dificil pensar em uma agrucultura desenvolvida, pelo que pede uma solução.

“Creio que é muito difícil pensar-se numa agricultura desenvolvida sem uma solução de fundo para a questão do embargo aos produtos agricolas de Santo Antão” disse, em declarações reproduzidas pela RCV, precisando que a situação tem que ser reavaliada, fazer os contatos necessários dos pontos de vista, técnico e ciêntifico de maneira que possa haver uma solução.

Esse embargo é na opinião do Edil Portonovense “desajustado”, uma vez que há localidades que não há mil pés e dessa forma, disse Aníbal Fonseca, a agricultura não desenvolve e a economia da Ilha é que fica prejudicada. “Proibir por proibir qualquer um pode fazer. Todos os que têm poder podem, mas o problema não é, pura e simplesmente, o embargo aos produtos agrícolas de Santo Antão, que tanto mal faz à economia desta Ilha e à agricultura em particular”, precisou.

1 COMENTÁRIO

  1. Sejamos coerentes. É uma falácia que os produtos de Sto Antão estão sobre embargos! Desde 2010 com a publicação do decreto-Lei nº41/2010 de 27 de setembro, que os produtos de Sto Antão Podem ser comercializados no Sal e na Bia Vista, dois grandes mercados!
    A questão que deve ser colocada é porquê os produtos de São Antão não estão nos mercados do Sal e Boa Vista? Esta sim é uma questão pertinente que gostaria que alguém respondesse.

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