A cidade da Praia, capital e vitrine de Cabo Verde, vive um momento de degradação visível e preocupante. Ruas sujas, bairros desorganizados, negócios de terrenos mal explicados e uma política camarária dominada pelo populismo e pelo vitimismo. É este o retrato de uma gestão que, em vez de cuidar da capital, a transforma em símbolo de desleixo e desordem.
E há uma verdade que não podemos ignorar: quem governa a Praia de forma tão deficiente não pode, em consciência, aspirar a governar o país.
Populismo em vez de responsabilidade.
A atual liderança da cidade baseia-se em discursos de “coitadismo”, em alianças com grupos de redes sociais usados como arma de ataque, e na promoção de divisões internas. Em vez de transparência, há silêncio em torno de denúncias graves. Em vez de sentido de Estado, há ataques a figuras históricas e respeitadas do próprio país.
Um dirigente que recorre ao populismo barato e à vitimização permanente não demonstra a maturidade política necessária para cuidar de Cabo Verde. Governar exige responsabilidade, clareza e seriedade — qualidades que não se encontram nesta gestão.
A capital como espelho
Se a Praia, coração do país, é hoje um espaço onde falta limpeza, organização e visão estratégica, que futuro pode esperar Cabo Verde sob a mesma liderança? Uma cidade transformada em palco de improvisos, propaganda e lutas pessoais não é exemplo para governar uma nação.
A capital deveria ser motivo de orgulho nacional. Em vez disso, tornou-se num espelho de irresponsabilidade.
O povo decidirá
O futuro da Praia e de Cabo Verde não pertence a dirigentes que se perdem em intrigas e populismos. Pertence aos cidadãos. É o povo quem sofre as consequências da má governação, mas é também o povo quem detém a última palavra.
E em democracia, nunca é demais recordar: o povo é quem mais ordena.



Aboh goh que perfil que bu tem pa bu sta fala de Francisco Carvalho des manera li?
Aponta de bo!
Nem sequer na bu area que fare na area de oto arguem!
Paciência pa boh mesmo!
Bu deve st desconta idade é fudido mesmo..
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