Praienses indignados com a regressão da Capital

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De novembro de 2020, com a posse de Francisco Carvalho, a esta data, a Cidade da Praia regride a olhos vistos

A indignação tem sido manifestada na redes sociais, com imagens que haviam sido banidas da nossa Cidade Capital, mas que agora voltam em força, infelizmente, ao quotidiano dos citadinos e visitantes.

O Mercado do Platô é o claro exemplo da regressão que a Cidade vem conhecendo nos últimos meses. Ao amontoar de lixos nos contendores, ao déficit do programa de recolha de resíduos, apenas para citar estes, junta-se a desorganização que voltou à Pedonal e zonas próximas do Mercado.

Animais vivos são trazidos do interior de Santiago e expostos em plena Pedonal, aos olhos dos Guardas Municipais e de todos que passam pelo centro do Platô. Uma clara regressão.

Todo o investimento feito sobretudo pelo Presidente da Câmara Municipal, Ulisses Correia e Silva, e continuado pelo seu sucessor, Óscar Santos, no reordenamento do centro do Platô parece que está a ser descontinuado por mero populismo da atual gestão camarária liderada por Francisco Carvalho e seus 3 Vereadores.

A imagem que ilustra esta notícia fala por si.

5 COMENTÁRIOS

  1. Aí, temos de ser justos e coerentes. Os praienses, pediram nas eleições municipais do ano passdo o ATRASO, depoisde conviver com os avanços. O paicv está a servir-lhes o atraso, tal como combinado e contratualizado nas urnas. O paicv, neste caso, está a ser coerente.

  2. Então os caboverdianos só se sabem comportar debaixo de cacetadas? Têm que ter permanentemente um polícia às costas? Que pena….

  3. Sra Solange, o desenvolvimento e os avanços que a Praia conheceu com o Ulisses, e depois com Óscar, não foram com polícia atrás de ninguém. Foi com trabalho, visão, investimento, serviço público e só no fim autoridade para impor as posturas e regras municipais. A senhora faz uma proposta deselegante do tipo: ou colocámos um polícia atrás de cada cidadão (para ter o desenvolvimento) ou temos o atraso, a porcaria, construção clandestina e o lixo. Fica a senhora com o atraso. Nós queremos desenvolvimento, polícia, ordem, progresso na nossa cidade e trocámos nada disso com polícia atrasde cada um dos desordeiros.

  4. A Câmara Municipal da Praia optou pelo populismo como forma de gestão do município. Este Presidente de Câmara acha que com ajudas pontuais vai resolver os problemas dos mais carenciados. Estes problemas resolvem se com recursos a investimentos camarários que facilitem o investimento produtivo, este sim gerador de riqueza e de combate à pobreza. Mas, o que para mim é estranho é a impunidade que goza o Presidente da Câmara Municipal da Praia. Comete todas as ilegalidades e nada acontece.

  5. O estilo de governação do Francisco Carvalho é estranho a Democracia e embaraçoso para o PAICV. Para além de não respeitar sequer os eleitos da sua própria lista, forçando dois deles ( Dúnia Duarte e Chissana Magalhães ) a abandonar o executivo, perdendo assim, irresponsavelmente, a tangencial maioria governativa, FC tem exibido obtusidade, mediocridade, falsidade e quejandos, inéditos na governacao municipal que, a prazo, terão custos financeiros pesados para o erário público municipal, perigando seriamente a sustentabilidade da Praia como autarquia .
    Isentar os mercadores e feirantes do pagamento de 83% das taxas de licenças, a ponto do SEPAMP perder, mensalmente, proventos da ordem dos 7 mil contos que o impossibilita de autofinanciar os
    salários dos seus servidores, e’ não só uma irresponsabilidade de gestão como também um paço em falso que, a luz da lei, vai levar o SEPAMP a perder o estatuto de Serviço autônomo, com todas as implicações dai adveniente para os seus trabalhadores . A demagogia e o populismo que levaram a Câmara actual a recrutar apenas comissários políticos como funcionários, que são usados descaradamente para substituir os munícipes e fazerem propagandas enganosas nas redes sociais, como se FC tivesse um grande apoio popular, como se viu a dias na entrega de 4 casinhas reabilitadas, constitui uma grande vergonha e simboliza o que de mais rasteiro se possa fazer para conservar o poder. Isto nem condiz com os princípios e valores do PAICV e muito menos rima com a ambição da Praia neste novo século .

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