Xi Jinping, pediu, esta sexta-feira, 18, medidas para mitigar os efeitos das inundações que deixaram dezenas de mortos e destruíram plantações, casas e infraestrutura em várias regiões
Segundo a imprensa Estatal, pelo menos 90 rios subiram acima dos níveis de alerta e 24 transbordaram, ameaçando com inundações uma vasta área no nordeste da China, incluindo a Bacia de Songliao, a norte de Pequim, que abrange mais de 1,2 milhões de quilómetros quadrados e quase 100 milhões de pessoas.
“Como a China ainda está na época das enchentes, tempestades, inundações, tufões, outros desastres estão a ocorrer com frequência em muitas regiões do País”, advertiu a agência de notícias oficial Xinhua, que citou as conclusões da reunião de quinta-feira do Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês, a cúpula do poder no País, presidida por Xi Jinping.
O Comité Permanente do Politburo “exortou as localidades e departamentos relevantes a dar sempre prioridade à segurança das vidas e dos bens das pessoas e a continuarem a fazer um bom trabalho na prevenção de inundações e alívio de desastres”, segundo a Xinhua.
O reforço das barragens e o uso eficiente dos fundos de socorro para “reparar infraestruturas danificadas, como transportes, telecomunicações e distribuição de eletricidade, e restaurar terras agrícolas e instalações agrícolas” são cruciais, afirmou o comité.
“Escolas, hospitais e lares de idosos devem ser restaurados rapidamente, juntamente com as habitações danificadas, para garantir que os residentes afetados podem voltar para casa ou mudar-se para novas casas antes do inverno”, acrescentou a Xinhua.


