Entrevista com Francisco Carvalho seria difundida ontem, segunda-feira
A Televisão de Cabo Verde (TCV) confirmou que a entrevista com o Presidente do PAICV, candidato a Primeiro-Ministro, nas eleições de 17 de maio, prevista para emissão na noite de ontem, não foi transmitida por não ter sido gravada, devido à ausência do líder partidário na data agendada.
Em comunicado, a direção da TCV esclarece que a iniciativa previa a realização de entrevistas com todos os líderes dos Partidos concorrentes às eleições, cuja ordem de emissão foi definida por sorteio, em reunião com representantes das diferentes candidaturas. O ciclo de entrevistas teve início no passado dia 23 de abril e devia culminar ontem, com a difusão da entrevista com Francisco Carvalho.
Segundo a estação pública, foram criadas todas as condições necessárias para garantir a concretização desta ação de serviço público. No entanto, “não foi possível assegurar a presença do líder do PAICV nos estúdios, na data agendada para a gravação”, por razões alheias à TCV.
Deste modo, a Direção da televisão pública confirmou que a entrevista com o Presidente do Partido não podia ser transmitida, uma vez que não chegou a ser gravada.
Entretanto, os presidentes do MpD, da UCID, do PTS, e do PP, compareceram às respetivas entrevistas, que foram gravadas e difundidas nas datas programadas. O OPAÍS.cv, considerando tratar-se de matéria de relevante interesse informativo, produziu conteúdos jornalísticos com base nas referidas entrevistas.



Pois é, a hora da verdade chegou. É fácil estar nas redes sociais para dizer o que quer, sem qualquer responsabilidade, e receber aplausos de fanáticos, narcisistas do poder e parasitas que acreditam que o “Xtico PM” dará tudo de graça. É evidente que o FC não tem capacidade para ser Primeiro-Ministro.A nova narrativa dos “vaidosos do palanque” da capital é que as elites do PAICV rejeitaram o Francisco Carvalho kkkkkkkkk. Pergunto: desde quando um partido rejeitou um candidato com real potencial de vitória? O PAICV, pela sua história em Cabo Verde, deveria sentir vergonha dessa candidatura.O apoio a Francisco resume-se a três grupos: os narcisistas do poder sedentos por vingança, os “caducos do PAICV” que querem herdar privilégios para os seus filhos e os que fogem do trabalho, acreditando na ilusão de que o Estado deve sustentar a sua irresponsabilidade com tudo de borla.
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