Primeiro-Ministro aguarda resposta do PR sobre PCFR do pessoal docente

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Ulisses Correia e Silva afirma que em função da resposta do PR, o Governo vai tomar outras posições

O Primeiro-Ministro salientou esta sexta-feira, 6, a partir da China, onde se encontra em missão oficial, que o Governo já esclareceu todas as dúvidas levantadas pelo Presidente da República em relação ao veto do decreto-lei que aprova o Plano de Carreiras, Funções e Remunerações do pessoal docente.

O Chefe do Governo adianta que as dúvidas do PR sobre o diploma foram “devidamente argumentadas”, aguardando, agora, o Executivo a reapreciação do PR. “Esperamos uma resposta do Presidente da República”, precisou UCS.

O veto do PR à proposta do Governo que contempla novos salários para os professores, deixa a comunidade educativa em polvorosa, e os sindicatos, aparentemente alinhados com o PR, ameaçam paralisar o início do novo ano letivo.

2 COMENTÁRIOS

  1. O governo não deve ceder pois os professores devem saber que não são os únicos funcionários públicos no pais. O que andam a exigir é absurdo.

  2. A classe dos intelectuais ouviu pela boca dos sindicatos. Vamos ver até onde vai parar toda essa onda dos navegadores. Podemos morrer na praia sem nada depois de uma noite no deserto (Estatuto de 2015)

    Os sindicatos estão equivocados literalmente, ou seja, em 2015 como é que permitiram que entrasse em vigor um estatuto que exige concurso na vontade do próprio empregador (Ministério de
    Educação)?

    Agora estamos perante uma onda de movimento para a democracia, há liberdade, há direito a greve, há manifestações, porque o MPD é sinónimo de liberdade e democracia, e hoje é possível negociar, é possível comunicar.

    Não tem nada ver com quero, posso e mando.

    Quero posso e mando foi quando o és Primeiro-ministro recusou se a dar qualquer aumento durante 15 anos, e quando fazia as malas aprovou a vergonha dos 3%.

    Quero posso e mando foi quando o Governo de então na calada da noite, com a conivência dos sindicatos, aprovou em 2015 um estatuto que exige concurso para progressão na carreira.

    Quero posso e mando foi o bloqueio na carreira de forma ideológica que fez com que durante esse tempo da governação maligna permitisse que milhares de docentes entrassem na reforma com salário miserável.

    A discussão do salário em Cabo Verde está na ordem do dia! Mas com uma tendência, isto é, quero, posso, e mando pagar a quem eu quiser, seja 310 mil, seja mais e mais aos meus.

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