As chuvas de 11 de Agosto deixaram marcas profundas em São Vicente. Estragos materiais, vidas alteradas, perdidas e, uma cidade devastada pela intempérie, que precisa mais do que nunca de se reerguer na união e solidariedade de todos.
No entanto, em vez de se erguerem pontes, há quem prefira lançar lama sobre as instituições e semear desconfiança no seio da população.
O movimento Sokols, que se diz cívico, insiste em envenenar o espaço público com suspeições graves sobre a idoneidade do governo e das autoridades locais na gestão das ajudas as zonas afectadas.
Falou-se em desvios de bens vindos da Ilha do Sal – acusações infundadas e desmentidas pela própria organização que enviou os donativos e não consegue falar de qualquer medida que este governo já tomou para acudir as populações e, que com a solidariedade nacional e internacional vai trazer de volta São Vicente ao lugar que merece.
É legítimo questionar: o que está por detrás desta insana investida ? O que move este ódio contra o governo central, contra o governante Fernando Elisio Freire em particular, e contra a liderança municipal de Augusto Neves? Será mero exercício de opinião, como a constituição consagra a todos, ou antes, uma campanha orquestrada , deliberada de intoxicação, marcada por interesses obscuros e até pessoais – de figuras fugitivas da justiça e de “amantes da rosa” que carregam processos pendentes nos tribunais?
São Vicente tem hoje escombros e lama reais para remover. Mas, mais perigoso do que a lama das ribeiras é a lama moral que se tenta espalhar: a calúnia, a difamação, a manipulação da opinião pública pelos “belicistas de serviço”, em troca de audiência.
Esta prática, além ser imoral, fere a ética e a decência cívica, tem custos morais e, quando ultrapassa os limites, custos criminais também.
Não se trata de calar vozes – o direito à opinião é sagrado num país democrático.
Trata-se de exigir que esse direito seja exercido com verdade, com responsabilidade e com o respeito devido as instituições e as pessoas.
O Facebook e outras plataformas são ferramentas poderosas de cidadania, mas quando usadas para difamar, espalhar ódio e manipular consciências tornam-se armas perigosas contra a própria democracia.
São Vicente precisa hoje de solidariedade, de braços unidos na reconstrução, de polidez e honorabilidade no discurso público.
A pergunta que não se cala é esta: por que este ódio, por que esta desinformação num momento em que todos somos chamados a responsabilidade? A resposta talvez esteja naqueles que preferem viver da lama política em vez de contribuir para limpar a lama e os escombros da ilha.
Em tempo de escolher : ou ajudamos São Vicente a levantar-se, ou continuamos a cavar as trincheiras na lama das maledicências “Sokolianas” e dos cancerígenos dizeres de algum torpe “amante da Rosa”.



Meu caro ilustre amigo,subscrevo na integra a sua opinião.
É mesmo um lamaçal,que estás assistindo neste momento e urge ligigelar sobre estes auto intitulados jornalistas.
Meu caro ilustre amigo,subscrevo na integra a sua opinião.
É mesmo um lamaçal,que estás assistindo neste momento e urge legislar sobre estes auto intitulados jornalistas.
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