Três dias passaram e, até agora, Marrocos aceitou ajuda de apenas quatro Países – Espanha, Qatar, Reino Unido e Emirados Árabes Unidos – sendo que muitos outros (incluindo Portugal) se mostraram disponíveis
O Rei Mohammed VI de Marrocos agradeceu já aos quatro estados pelo envio de ajuda. O País avaliou as necessidades de ajuda e considerou a importância de coordenar o esforço de socorro antes de aceitar a ajuda, acrescentou.
Contudo, o coro de críticas levanta-se, com ONG’s a dizerem-se prontas, mas à espera de ‘luz verde’ de Rabat.
O fundador de uma organização Francesa de socorristas, Arnaud Fraisse, acusou já o Governo Marroquino de bloquear a chegada de equipas estrangeiras de busca e salvamento aos locais mais afetados pelo terramoto.
Jornalistas destacados para o terreno também têm dado conta da lentidão do socorro e da precariedade dos acampamentos.
O Primeiro-ministro Português, António Costa, já reiterou que Portugal tem equipas de proteção civil e medicina legal em estado de “prontidão” para apoiar o País.


