Rafael Fernandes fala em “grande patifaria” contra sua pessoa

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Vereador garante que vai exigir a responsabilização criminal dos autores da notícia e do órgão que a veiculou e espera que a Justiça “seja célere”

O Vereador de Urbanismo da Câmara Municipal da Praia, cujo nome surgiu ontem envolvido numa falsa notícia que apontava para a sua detenção, pela Policia Judiciária, confirmou esta manhã ao OPAÍS.cv que vai agir judicialmente contra o jornal Santiago Magazine. Rafael Fernandes disse também que vai apresentar oportunamente uma participação na Autoridade Reguladora para a Comunicação Social contra o mesmo online.

“Não vale tudo”, começou por dizer, observando que o seu nome e imagem “foram sacrificados” e sem “quaisquer fundamentos”.

O Vereador admite que a falsa notícia teve objetivo claro de “atingir o bom trabalho” da Câmara Municipal da Praia e “criar instabilidade” no seio da equipa. Adverte, no entanto, que a informação veiculada “não tem qualquer fundamento”.

Rafael Fernandes cataloga isto como sendo uma “grande patifaria” contra a sua pessoa, mas garante que vai exigir a responsabilização criminal dos autores da notícia e do órgão que a veiculou. “E espero que a Justiça seja célere”, disse.

No entender de Fernandes, com esta falsa notícia o Santiago Magazine prestou um “péssimo serviço”. Adverte, no entanto, que é necessário “melhor ponderação” com este nível de informação.

A PJ desmentiu ontem mesmo o teor da informação e disse que a mesma não correspondia “minimamente à verdade”, e garantiu que “nunca” Rafael Fernandes esteve sob interrogatório na PJ.

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2 COMENTÁRIOS

  1. O paigc/cv dos “ famosos pasquins” também evoluiu para a era moderna, mas igualmente NOJENTO,RASTEIRO E SUJO!!

  2. Me atrevi responder no canal apropriado, mas escusado dizer, não foi publicado!
    Na mesma internet no qual o referido orgão publica suas informações, encontramos a seguinte definição do que é Jornalismo: “JORNALISMO
    atividade profissional que visa coletar, investigar, analisar e transmitir periodicamente ao grande público, ou a segmentos dele, informações da atualidade, utilizando veículos de comunicação para difundi-las.” Ou seja, ao publicar algo tão descabível, não foram PROFISSIONAIS, não INVESTIGARAM, também não ANALISARAM as consequências de difundirem o famigerado FAKE NEWS! Enfim, ficou em muito a desejar. Pior, o “mea culpa” é dantesco, ridículo e apenas piora o “disse não disse” pois elevam uma pessoa inocente à categoria de culpado até que ela prove sua inocência! Um verdadeiro disparate e acinte ao estado de direito. Isso, com certeza, não é jornalismo, mais parece “fofoca de buteco,” perdoem a expressão…

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